Recursos de colección

Repositório Comum (40.785 recursos)

É um repositório para instituições de ensino e investigação produtoras de literatura científica cuja dimensão ainda não justifica a criação de um repositório próprio. Permite integrar instituições, grupos ou indivíduos na infra-estrutura do projecto, nomeadamente através das pesquisas do Portal RCAAP e da B-On.

IPS - ESE - Escola Superior de Educação

Mostrando recursos 1 - 20 de 339

  1. Oficina de português para fins académicos

    Boléo, Ana; Costa, Ana Luísa; Silva, Carolina
    A Oficina de Português para Fins Académicos, que funcionou pelo terceiro semestre na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, pretende desenvolver competências de compreensão oral, de leitura, de expressão oral e de escrita dos estudantes, visando o êxito na vida académica e numa cidadania ativa. Apresentam-se, assim, as práticas pedagógicas desta experiência, suportadas em alguns exemplos de sucesso, e reflete-se sobre as limitações deste recurso do Programa de Promoção de Sucesso Escolar.

  2. Valorização de experiências pedagógicas extracurriculares

    Rodrigues, Maria do Rosário; Pereira, Ana; Santos, Luís Carlos
    A Unidade Curricular (UC) designada por Carteira de Competências pertence a todos os planos de estudo das licenciaturas da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal (ESE/IPS) e é um contexto inovador de aprendizagem desenvolvido e em funcionamento desde 2007. A UC tem como objetivo o desenvolvimento de aprendizagens relevantes em contextos reais, integra o terceiro ano dos planos de estudo e possui cinco créditos ECTS, que devem ser completados pelos estudantes ao longo dos três anos de licenciatura. No ano letivo de 2016/17, existem cerca de quinhentos estudantes envolvidos em atividades para a Carteira de Competências organizados em grupos de quinze. Cada grupo é...

  3. Os direitos (de comunicação) de crianças e jovens na esfera pública europeia

    Marôpo, Lídia; Jorge, Ana
    A Convenção dos Direitos da Criança, adoptada em 1989 pelas Nações Unidas, reconhece as crianças como sujeitos de Direito, já não apenas indivíduos passivos protegidos pelos adultos, mas cidadãos plenos, com direito a falar e a participar. Na Europa, a mudança ainda não foi completamente conseguida, mas cada vez mais se põe a ênfase sobre como conseguir uma participação social activa por parte das crianças. Perspectivar as questões da infância como direitos é uma forma de promover uma agenda legítima, de exigir às políticas públicas para melhorar a qualidade de vida das crianças, e de levar a um enquadramento responsável da representação mediática da infância. Este artigo destaca o...

  4. Resolução de tarefas de subtração no 2º ano de escolaridade

    Pechorro, Susana Andreia da Costa
    O presente estudo tem como objetivo compreender o modo como alunos do 2.º ano de escolaridade resolvem tarefas de subtração. Decorrente deste objetivo surge a seguinte questão: quais as estratégias usadas pelos alunos quando resolvem problemas de subtração? A fundamentação teórica inclui os seguintes tópicos: a aprendizagem da subtração; o cálculo mental e o sentido de número e as estratégias de cálculo mental associadas à subtração. Relativamente à metodologia, o estudo caracteriza-se como uma investigação qualitativa de natureza interpretativa. Nela participaram 20 alunos de uma turma de 2.º ano de escolaridade, tendo sido selecionados três desses alunos para uma análise detalhada...

  5. Meninas no youtube

    Marôpo, Lídia; Sampaio, Inês Vitorino; Miranda, Nut Pereira de
    Com base numa pesquisa exploratória, estudamos canais de youtubers mirins com enorme popularidade no Brasil – Isabel Cerer (8 anos), Juliana Baltar (9 anos), Manoela Antelo (10 anos) e Júlia Silva (11 anos) –, com o objetivo de analisar as suas práticas de produção e divulgação de conteúdos, num contexto marcado por estratégias de celebrização (Jerslev e Mortensen, 2016) e por uma forte cultura do consumo (Featherstone, 2007). Como aporte teórico, discutimos as culturas digitais na infância com enfoque de gênero. Observamos, como resultado, um processo de bricolagem no qual as youtubers mobilizam três linhas estratégicas – capital lúdico, (micro)celebrização...

  6. A avaliação como um processo de mediação entre o ensinar e o aprender

    Pinto, Jorge
    N/A

  7. A importância do brincar na creche e no jardim de infância

    Santos, Joana Alexandra e Silva dos
    Este relatório descreve o meu projeto de Investigação-Ação, realizado no âmbito da Prática Pedagógica Supervisionada do Mestrado em Educação Pré-Escolar. O seu objetivo foi o de compreender qual o lugar que o brincar ocupa nas salas de creche e jardim de infância, como brincam as crianças, e como podemos, enquanto educadores, promover a brincadeira nestes contextos. Observei crianças em quatro grupos distintos (dois grupos de creche e dois de jardim de infância), num intervalo de idades dos 4 meses aos 6 anos. O estudo foi realizado utilizando, essencialmente, a observação direta e as notas de campo, recolhidas em momentos de...

  8. Para que serve a didática?

    Costa, Ana Luísa; Rodrigues, Sónia Valente; Sebastião, Isabel
    Nesta comunicação, propõe-se uma reflexão sobre a configuração epistemológica da didática do Português enquanto conjunto de estratégias facilitadoras das aprendizagens, disciplina de formação de professores e campo de investigação educacional. Pretende-se contribuir para uma problematização da didática como campo autónomo de saberes, uma vez que a didática da língua e da literatura portuguesas têm aparecido ora como subsidiárias dos estudos linguísticos e literários, ora como campo difuso da aplicação de conhecimento teórico de diversas áreas (Alarcão, 2010). A produção técnica e científica nos últimos anos justifica uma discussão sobre o estado da arte da didática. Esta reflexão permitirá clarificar o papel da didática nas práticas de ensino, na...

  9. Cinema pro-am

    Alves, Marta Pinho
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  10. Breves notas sobre o perigo de falência da realidade

    Alves, Marta Pinho
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  11. Satisfação dos clientes em relação aos serviços prestados pelos ginásios e health clubs de Setúbal

    Belo, Carlos; Alcântara, André; Bem, André; Soares, Fernando; Pereira, Ana; Espada, Mário; Nunes, Paulo; Figueiredo, Teresa
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  12. Movimentos de defesa da infância e a cobertura sobre educação pública

    Marôpo, Lídia
    A proposta deste trabalho é analisar empiricamente de que forma movimentos sociais conseguem influenciar os processos de agendamento e enquadramento da informação jornalística. Como objeto de estudo, elegemos os dois maiores jornais cearenses – O Povo e Diário do Nordeste – e os grupos organizados que defendem os direitos de crianças e adolescentes. A partir da análise de conteúdo quantitativa e qualitativa, comparamos os fatores que interferiram nas escolhas e disputas de noticiabilidade dos dois veículos sobre educação pública, temática escolhida por aglutinar diversos setores da sociedade civil. O corpus inclui 147 itens publicados durante três anos e o nosso foco central é a visibilidade e influência da...

  13. "Acho que vão logo falar que fomos nós que fizemos"

    Marôpo, Lídia
    Como crianças e jovens em contextos de vulnerabilidade social negoceiam sentidos sobre si mesmos e sobre a sua comunidade a partir do discurso noticioso? Partimos de diversas metodologias qualitativas e participativas aplicadas em encontros semanais com cerca de 15 crianças e jovens (9 a 16 anos) no bairro Quinta do Mocho, em Loures (nos arredores de Lisboa) para responder esta e outras questões. Como a representação noticiosa frequentemente negativa do ambiente onde vivem estas crianças e jovens influencia a maneira como constróem as suas identidades? Em que medida o estereótipo do bairro e dos jovens “problemáticos” frequentemente divulgado pelos media interfere nos seus processos de socialização? Que discursos...

  14. Movimentos sociais e a construção do discurso mediático sobre a infância no Brasil

    Marôpo, Lídia
    As temáticas ligadas à infância e à adolescência têm conseguido um espaço crescente nos media noticiosos brasileiros. A atenção da imprensa a temas como trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes, educação, entre outros, deve-se principalmente à mobilização da sociedade civil organizada em torno destas questões. Desde a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, os discursos sobre os direitos infanto-juvenis estão a ganhar contornos de reivindicação política, amparados legalmente, ultrapassando o cariz filantrópico. Os actores sociais que contribuíram para essa mudança trabalham principalmente em organizações não-governamentais e têm percebido que é preciso transformar a causa num tema claro e de legitimidade socialmente reconhecida. Nesse sentido, os...

  15. Os direitos (de comunicação) de crianças e jovens na esfera pública europeia

    Marôpo, Lídia; Jorge, Ana
    A Convenção dos Direitos da Criança, adoptada em 1989 pelas Nações Unidas, reconhece as crianças como sujeitos de Direito, já não apenas indivíduos passivos protegidos pelos adultos, mas cidadãos plenos, com direito a falar e a participar. Na Europa, a mudança ainda não foi completamente conseguida, mas cada vez mais se põe a ênfase sobre como conseguir uma participação social activa por parte das crianças. Perspectivar as questões da infância como direitos é uma forma de promover uma agenda legítima, de exigir às políticas públicas para melhorar a qualidade de vida das crianças, e de levar a um enquadramento responsável da representação mediática da infância. Este artigo destaca o...

  16. Opinião dos encarregados de educação relativamente à dinâmica das aulas de natação para bebés no distrito de Setúbal

    Encarnação, A.; Marques, L.; Gouveia, C.; Pereira, J.; Vieira, F.; Pereira, Ana; Espada, Mário
    info:eu-repo/semantics/publishedVersion

  17. A emissão de feedback durante uma aula de grupo de ginásios da cidade de Setúbal

    Piteira, R.; Aceña, D.; Gomes, G.; Candeias, I.; Oliveira, T.; Reis, M.; Vieira, F.; Pereira, Ana; Espada, Mário
    info:eu-repo/semantics/publishedVersion

  18. A autoridade partilhada na escola pública democrática

    Silva, Cristina Gomes da
    A discussão sobre a escola pública na atual sociedade democrática inscreve-se em várias frentes e os discursos que vão sendo produzidos descrevem-na mais facilmente pelo que não é, comparada com a escola do passado, do que pelo que é, registando-se alguma dificuldade na atualização do seu perfil de acordo com as novas exigências a que tem sido submetida. Um dos pontos de discussão tem a ver com a suposta perda de autoridade dos professores que surge associada à desvalorização da instituição escolar nas sociedades atuais. Tradicionalmente associada a ideologias de direita e a sociedades fechadas e/ou pouco democráticas, o conceito tem...

  19. Relação entre parâmetros de ciclo gestual e desempenho em nadadores master de diferentes escalões etários

    Espada, Mário; Figueiredo, Teresa; Nunes, Paulo; Pereira, Ana; Filho, Dalton Muller
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  20. O controlo e avalição do treino em jogadores de Futebol Benjamins

    Duque, Fábio; Serpins, Miguel; Mata, Bernardo; Zurga, Tiago; Nunes, Paulo; Pereira, Ana; Espada, Mário; Figueiredo, Teresa
    info:eu-repo/semantics/publishedVersion

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