Recursos de colección

Repositório Comum (38.772 recursos)

É um repositório para instituições de ensino e investigação produtoras de literatura científica cuja dimensão ainda não justifica a criação de um repositório próprio. Permite integrar instituições, grupos ou indivíduos na infra-estrutura do projecto, nomeadamente através das pesquisas do Portal RCAAP e da B-On.

IUM - Instituto Universitário Militar

Mostrando recursos 1 - 20 de 216

  1. Arquitetura Securitária para o Atlântico Sul

    Moreira, Carlos; Bragança, Nuno; Sardinha, Pedro; Aversa, Roberto
    A importância política, económica e estratégica do Atlântico Sul tem crescido nos últimos anos, principalmente devido à expansão na produção de recursos energéticos decorrentes da descoberta de novas jazidas na América do Sul e em África. A exploração das vulnerabilidades atualmente existentes, principalmente junto à costa Africana, pode ser um fator potenciador de conflito de interesses da parte de diferentes atores globais de relevo. O presente trabalho tem por finalidade avaliar a necessidade, ou não, do estabelecimento de uma arquitetura securitária no Atlântico Sul, tendo presente as ameaças crescentes nesta região e considerando as diferenças políticas, económicas e sociais presentes nos...

  2. O ciberespaço como 5.º domínio operacional

    Honorato, Manuel; Santos, Luís; Mateus, Regina
    A realidade atual da comunicação em rede assente num espaço global, onde circulam fluxos de informação e estão baseados a maioria dos processos de interação da atividade humana e tecnológica, propicia também a inerente conflitualidade entre os diversos atores, consubstanciando o ciberespaço como um espaço com relevantes impactos estratégicos nas políticas de defesa dos países, de que Portugal não é exceção. Recorrendo a um processo hipotético-dedutivo, utilizando uma estratégia qualitativa e um modelo de “estudo de caso”, identificaram-se as diferenças e semelhanças do ciberespaço comparativamente aos demais domínios operacionais, uma caracterização do posicionamento da OTAN e da UE, no reconhecimento do...

  3. Contributos para a edificação de um modelo de articulação operacional securitário em Portugal

    Lobão, Guilherme; Mirones, José; Castro, João
    Esta pesquisa tem como objetivo apresentar uma abordagem integrada para a gestão de incidentes, propondo a construção de um modelo para lidar com as consequências da materialização de riscos e ameaças para a Segurança Nacional Utilizando as áreas de missão concebidas dentro do modelo, pretendemos ter uma Nação Pronta: prevenindo, evitando ou parando um ato de terrorismo; protegendo os cidadãos contra ameaças e perigos; mitigando a perda de vidas e de bens; respondendo aos incidentes de forma rápida, para salvar vidas e propriedades; recuperando os bens afetados. Esperamos que esta investigação permita reflexões mais aprofundadas sobre planeamento de emergência e gestão de...

  4. A Política Comum de Segurança e Defesa e a nova estratégia global para a política externa e de segurança da União Europeia

    Temporão, António; Henriques, Luís; Ribeiro, Luís
    O presente trabalho de investigação insere-se no contexto da área de estudo de Estratégia e tem como objetivo geral determinar o modelo como a Política Comum de Segurança e Defesa pode contribuir para a contenção das ameaças híbridas que hoje circulam nas regiões limítrofes da União Europeia. Seguindo um método de raciocínio dedutivo, a investigação apoiou-se numa estratégia iminentemente qualitativa, orientando o estudo em torno da caracterização e identificação das ameaças híbridas e a forma como a nova Estratégia Global para a Política Externa e de Segurança da União Europeia as retrata. Para tal, desenvolveu-se o tema com base na consulta...

  5. Impacto no Planeamento Estratégico Português do Conselho Europeu sobre a execução da Estratégia Global da UE no domínio da Segurança e Defesa

    Sampaio, Armindo; Pires, Paulo; Pires, João
    O presente trabalho enquadra-se na área de ensino da estratégia e trata o “Impacto no Planeamento Estratégico português do Conselho Europeu sobre a Execução da Estratégia Global da União Europeia (UE) no domínio da Segurança e Defesa”. Em termos metodológicos seguimos uma abordagem de investigação dedutiva, segundo uma estratégia qualitativa e um desenho de pesquisa de um estudo de caso, recorrendo-se a dados primários e secundários. Começou-se por fazer o enquadramento conceptual, passando-se de seguida à identificação e caracterização das conclusões do Conselho Europeu sobre a execução da Estratégia Global da EU (EGUE), no domínio da segurança e defesa, com a finalidade...

  6. As novas missões no quadro da OTAN

    Tendeiro, Rui; Pires, João; Menezes, Daniel
    No final da Cimeira de Varsóvia, os representantes dos 28 países Membros assinaram uma declaração, na qual reafirmam que a OTAN continua a ter como missão assegurar que a Aliança permanece uma comunidade de liberdade, de paz e segurança, com partilha dos mesmos valores, e acrescentaram ainda um conjunto de desafios, para os quais a Organização deve adaptar-se o mais rapidamente. O presente trabalho tem como objetivo identificar a forma como Portugal pode participar neste novo quadro de missões da OTAN. Partindo da caracterização da Organização, através da sua evolução histórica, para que serve, como está organizada, metodologia de funcionamento e qual o seu empenhamento atual, iremos identificar as...

  7. A Estratégia Global para a política externa e de segurança da União Europeia e as alterações climáticas

    Silva, Paulo; Ferreira, Rui; Barros, Armando
    O nexo entre alterações climáticas e segurança, esta última entendida num sentido lato, é hoje, cada vez mais, reconhecido pelas principais organizações internacionais e por um elevado número de Estados. Esta ligação decorre da natureza multiplicadora de ameaças e riscos que caracteriza as alterações climáticas, traduzida em impactos tão diversos como a competição por recursos, as migrações, os eventos climáticos extremos, a segurança alimentar e o acesso à água doce, bem como a subida dos oceanos e a degradação de infraestruturas costeiras. A União Europeia tem vindo a revelar, desde 2008, uma notória ambição política, de prevenir a ocorrência destes impactos e...

  8. OSCE – Linhas estratégicas para a implementação do Código de Conduta nos países parceiros do Mediterrâneo

    Soares, Pedro; Santiago, José; Canané, Manuel; Cabral, Júlio
    A OSCE, para promoção e fortalecimento de estruturas e processos que permitam implementar e consolidar regimes democráticos, instituiu um Código de Conduta aceite por todos os seus membros. Na incessante procura da paz e estabilidade, esta organização pretende ver este código implementado nos países parceiros do Sul do Mediterrâneo: Argélia, Egito, Israel, Jordânia, Marrocos e Tunísia. Assim, o presente estudo pretende analisar e caracterizar a situação política, económica e social destes seis países, no sentido de determinar os fatores que favoreçam ou dificultem a adoção deste Código e o cimentar de regimes democráticos. Paralelamente, teve como objetivo a identificação de contributos para a definição de linhas de ação estratégicas, necessárias...

  9. O desenvolvimento de capacidades logísticas no sistema de forças nacional.

    Sardinha, Pedro; Pires, Paulo; Barros, Armando
    O Sistema de Forças 2014 (SF 2014) estabelece uma relação entre as missões, a estrutura de forças, as áreas de capacidades e as capacidades ao nível do EMGFA e de cada Ramo individualmente, mas não contempla a existência de capacidades especificamente designadas por logísticas, conceito que também não está plasmado no quadro normativo das Forças Armadas relativo ao apoio logístico. Assim, com base numa definição operatória de capacidade logística, foi analisado o SF 2014, no que concerne a áreas de capacidade, capacidades, tipos de força e os âmbitos de atuação, tendo-se concluído que o apoio logístico necessário em cada caso está...

  10. Sistema de Auditoria Interna nas Forças Armadas: perspetiva conjunta.

    Santos, Luís; Canané, Manuel; Ribeiro, Luís
    A presente investigação teve como objetivo avaliar a eventual aplicabilidade da criação de uma estrutura conjunta de sistema de auditoria interna transversal ao Estado-Maior General das Forças Armadas e aos ramos das Forças Armadas, tendo como referência os objetivos da Reforma “Defesa 2020”, no sentido de procurar soluções integradas e conjuntas para a racionalização da despesa, uniformização de procedimentos e economia dos recursos, tendo presente as competências que, por lei, são específicas de cada ramo. Incidindo sobre a estrutura e a atividade das unidades orgânicas dos ramos das Forças Armadas dedicadas à auditoria e inspeção, além da análise de documentação interna,...

  11. A Indústria de Defesa em Portugal e BTID, uma visão prospetiva

    Mirones, José; Ferreira, Rui; Santiago, José
    O atual contexto marcado pela escassez de recursos para afetação a políticas públicas, tem consequências negativas no desenvolvimento da indústria nacional e, particularmente, nas de defesa, importando conhecer a temática da Indústria de Defesa e da base tecnológica onde se apoia. O presente trabalho tem como finalidade apresentar contributos prospetivos para o desenvolvimento da Indústria de Defesa e da Base Tecnológica e Industrial de Defesa, que deem origem a um melhor posicionamento na oferta de bens, tecnologias e serviços para o reequipamento das Forças Armadas Portuguesas e/ou a competição no mercado internacional. Esta investigação parte da caraterização da Indústria de Defesa e...

  12. Programas conjuntos passíveis de duplo uso (civil e militar) nas FA: potencialidades e vulnerabilidades.

    Moreira, Carlos; Henriques, Luís; Mateus, Regina
    A política de defesa nacional, em documentos estruturantes1, aponta como prioridade a aplicação do princípio do duplo uso, civil e militar, por forma a possibilitar que as capacidades e recursos disponíveis nas Forças Armadas sejam utilizadas em missões de apoio à política externa do Estado e de interesse público. O objeto deste trabalho de investigação é analisar o emprego das Forças Armadas em missões conjuntas e de duplo uso, civil e militar, num contexto alargado de segurança e bem-estar das populações, tendo presente a missão primordial das Forças Armadas, sem descurar uma gestão criteriosa dos seus recursos. O Objetivo Geral desta investigação...

  13. A Comunicação de Crises e as Políticas de Relações Públicas

    Temporão, António; Bragança, Nuno; Soares, Pedro
    Nos dias de hoje, dada a velocidade de difusão da informação e a facilidade da sua produção por atores, mesmo que insignificantes, assume particular importância a proatividade – assumir a liderança dos processos informativos, especialmente nas situações de crise, pelo interesse que despertam no público em geral. Este trabalho teve como objeto de estudo a comunicação externa nas Forças Armadas (FA), analisada na ótica da interação entre a comunicação de crises e as políticas de relações públicas adotadas. Assim, o objetivo geral é a identificação de contributos para a melhoria da eficiência da comunicação externa nas FA, visando a operacionalização da...

  14. O impacto da Resolução do Conselho de Ministros nº 26/2013 de 19 de abril, Reforma “Defesa 2020”, na gestão dos recursos de Defesa. Consequências e perspetivas para o pós 2020.

    Honorato, Manuel; Tendeiro, Rui; Castro, João; Cabral, Júlio
    Na sequência da revisão da política de Defesa Nacional (DN) e após a aprovação do novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN), a materialização da reforma estrutural na defesa e nas Forças Armadas (FFAA), designada “Defesa 2020”, definida na Resolução do Concelho de Ministros (RCM) nº26/2013, de 19 de abril, visava obter ganhos de eficiência, economias de escala e vetores de inovação com efeitos no curto, médio e longo prazo. O centro de gravidade passava necessariamente pela definição e implementação de um modelo sustentável para a DN e para as FFAA. “A medida central, definida como chave do sucesso, passaria...

  15. O Processo de financiamento das infraestruturas das Forças Armadas. Uma visão prospetiva

    Lobão, Guilherme; Pires, João; Menezes, Daniel
    O presente trabalho enquadra-se na Área de Ensino da Administração e trata o seguinte tema “O processo de financiamento das infraestruturas das Forças Armadas. Uma visão prospetiva.” Em termos metodológicos seguimos uma abordagem de investigação dedutiva, segundo uma estratégia qualitativa e um desenho de pesquisa de um estudo de caso, recorrendo-se a dados primários e secundários. Procurou-se responder à Questão Central (QC), “De que forma o modelo de financiamento das infraestruturas das FFAA contribui para as necessidades atuais de manutenção e conservação?”, tendo-se definido como objeto da investigação, “Caraterizar o atual modelo de financiamento das infraestruturas das FFAA, identificar formas alternativas de...

  16. A liderança multicultural como fator facilitador na condução de operações militares internacionais.

    Sampaio, Armindo; Silva, Paulo; Pires, João
    Este trabalho tem como objetivo analisar a liderança multicultural como elemento facilitador na condução das operações militares internacionais. Nesta investigação utilizou-se o método dedutivo, uma estratégia de investigação qualitativa e uma técnica de recolha de dados a partir de um questionário lançado a militares com experiência em ambientes operacionais internacionais, segundo o seguinte percurso metodológico: caracterização do ambiente cultural nos países onde decorrem operações militares; identificação dos fatores que contribuem para a caracterização dos ambientes estratégicos e operacionais da generalidade dos teatros de operações e, em particular, no Líbano e no Afeganistão; discriminação das competências da liderança multicultural que mais concorrem...

  17. A utilização de energias renováveis nas Forças Armadas. Uma visão prospetiva

    Coelho, José; Ribeiro, Jorge; Freitas, Cláudio
    Este trabalho estuda a utilização das energias renováveis nas Forças Armadas portuguesas, no contexto da redução de Gases com Efeito de Estufa e da sustentabilidade energética. Inicialmente, sistematizou-se o enquadramento normativo europeu e nacional aplicável ao setor da Defesa e, posteriormente, caracterizaram-se as fontes de energias renováveis e a sua aplicabilidade às Forças Armadas, com exemplos práticos do Brasil. Identificaram-se as ações em curso no setor de defesa no que concerne à utilização das energias renováveis nas Forças Armadas portuguesas, com vista à redução de custos energéticos. No atual cenário de incertezas e constantes evoluções climáticas, com reflexos múltiplos, nomeadamente, económicos e sociais, procurou-se estabelecer uma visão prospetiva para as Forças...

  18. O novo paradigma da União Europeia no apoio à edificação de capacidades militares.

    Domingues, Nuno; Caldas, João; Pires, Nuno; Couto, Fausto
    A Ação Preparatória para a Investigação na área da Defesa é a face visível da vontade da União Europeia em inverter um aparente ciclo de desinvestimento na Defesa. Privilegia-se uma aposta na ciência, tecnologia e no desenvolvimento de capacidades militares que permitam, não só, garantir a segurança do espaço europeu como também, projetar segurança para o espaço global. A Ação Preparatória para a Investigação na área da Defesa, que foi antecedida da fase de projetos piloto em 2016, e que constituirá o grande teste para o futuro Programa de Investigação em Defesa Europeu, a partir de 2020, constituem um processo sequencial...

  19. A gestão do desempenho da organização militar.

    Roque, João; Abreu, Paulo; Salvada, Pedro; Martins, Maurício
    Os sistemas de Gestão de Desempenho são essenciais nas organizações por assegurarem e promoverem a sua melhoria constante, garantindo também o alinhamento organizacional, de forma a que todos os seus indivíduos contribuam de forma efetiva na prossecução dos objetivos estratégicos. As Forças Armadas portuguesas têm vindo a implementar e a aperfeiçoar sistemas de Gestão Estratégica que operacionalizam e controlam os objetivos estratégicos do Ramo, assegurando também a sua comunicação. Em todos os Ramos, a escolha recaiu no Balanced Scorecard que, apesar dos méritos na formalização da estratégia, apresenta limitações na capacidade de desdobramento dos seus objetivos para a concretização dos objetivos subordinados,...

  20. A Evolução do Conceito de Segurança e as Implicações nas Operações Militares no Séc. XXI

    Roboredo, Nuno
    Com o fim da Guerra Fria, ocorreram alterações significativas no contexto internacional, tornando obsoleto o anterior conceito de segurança voltado para a ameaça de agressão entre Estados. O novo conceito de segurança tornou-se mais abrangente e surgiram novas perspetivas da segurança: segurança humana, segurança societal (ou identitária), segurança ambiental, segurança coletiva e segurança cooperativa. Este novo conceito de segurança enfrenta novas ameaças de carácter global, que surgem num contexto internacional complexo e marcado pela globalização: os conflitos regionais, o terrorismo transnacional, a proliferação de Armas de Destruição em Massa (ADM), o crime organizado transnacional e as agressões ao ecossistema, entre outras. Neste novo contexto é necessário repensar...

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