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  1. Comunicação acessível nas bibliotecas de ensino superior: o caso da Biblioteca do ISCTE-IUL

    Marçal, Bruno Guimarães
    As estruturas e pressupostos que caracterizam o Ensino Superior são extremamente dinâmicos implicando uma forte capacidade de adaptação, por parte de todos os intervenientes, para responder às exigências de um público cada vez mais diversificado, quer nas suas características como também nos seus objetivos, da indústria, da sociedade em geral, ou mesmo dos contextos de internacionalização e globalização que caracterizam os nossos tempos. É neste contexto que as Bibliotecas de Ensino Superior se destacam, assumindo um papel fundamental, não só através da gestão e disponibilização de grandes volumes de informação, mas produzindo elas próprias inúmeros recursos de apoio aos estudantes, auxiliando...

  2. Promoção de competências de linguagem em crianças com 5-6 anos de idade, sem perturbação da linguagem

    Rodrigues, Tiago Alexandre Cardoso
    A Linguagem é uma faculdade humana que permite a comunicação com diversos interlocutores. Surge precocemente e desenvolve-se, de uma forma exponencial, nos primeiros anos de vida. Para tal, é importante que o meio envolvente seja estimulante e permita a troca de experiências com os demais interlocutores. A idade Pré-escolar é um marco no desenvolvimento, não só para a estimulação, mas também para a identificação de comportamentos desviantes. Com o intuito de evitar complicações futuras, cabe aos profissionais que lidam com estas crianças prevenir as perturbações da linguagem. O Terapeuta da Fala, enquanto profissional de saúde formado para lidar com as áreas...

  3. A Comunicação entre professores do 2º ciclo, 3º ciclo e Ensino secundário e jovens com Síndrome de Down

    Gouveia, Sandra Maria dos Santos Alves Duarte
    Os indivíduos com Síndrome de Down (SD) detêm um perfil característico de linguagem e comunicação, caracterizado por pontos fortes e dificuldades, resultando num conjunto particular de desafios em ambiente escolar. Sendo a comunicação o processo pelo qual o ser humano troca informação com os seus pares e, como tal, um fator crítico no processo de ensino e aprendizagem, acaba por ser menos acessível aos alunos com Síndrome de Down. É importante perceber se as escolas do ensino regular, bem como os professores que nelas lecionam, estão preparadas para receber alunos com SD de forma inclusiva. A presente dissertação teve como objetivo o...

  4. Estratégias de comunicação e promoção do cinema acessível no contexto brasileiro

    Costa, Marilaine Castro da
    Esta dissertação foi realizada com o objetivo de refletir sobre a importância de fazer chegar ao público-alvo a informação sobre a existência de sessões acessíveis de cinema. Para esse efeito, realizou-se abordagem das principais estratégias de marketing para produtos e serviços e analisou-se a maneira como essas estratégias podem ser usadas para atingir um público específico, no caso as pessoas com deficiência sensorial. Foram definidos os recursos de acessibilidade utilizados em uma obra audiovisual – audiodescrição, legendas para surdos e ensurdecidos e LIBRAS – assim como abordadas as soluções tecnológicas para a implantação de acessibilidade nas salas de cinema do...

  5. Ensino da Música para cegos sem Braille: Desafio ou Loucura ?

    Mauá, Paulo Eduardo
    O presente trabalho foi motivado pela experiência pessoal do autor como coordenador e regente do projeto Música Transformando Vidas – Promuvi com o objetivo de conhecer o processo de aprendizagem de música para pessoas cegas e apresentar propostas e técnicas eficazes deste ensino para adultos com deficiência visual adquirida sem conhecimento musical e de braile. A Investigação-Ação com paradigma de estudo com enfoque qualitativo fundamentado na realidade visa compreender as percepções dos integrantes do projeto frente aos desafios da musicalização, uso de dispositivos de apoio musicais e técnicas de aprendizagem baseadas nos métodos de Willems, Suzuki e ideias de Koellreutter. O tipo de estudo foi descritivo com dados...

  6. Ensino da Música para cegos sem Braille: Desafio ou Loucura ?

    Mauá, Paulo Eduardo
    O presente trabalho foi motivado pela experiência pessoal do autor como coordenador e regente do projeto Música Transformando Vidas – Promuvi com o objetivo de conhecer o processo de aprendizagem de música para pessoas cegas e apresentar propostas e técnicas eficazes deste ensino para adultos com deficiência visual adquirida sem conhecimento musical e de braile. A Investigação-Ação com paradigma de estudo com enfoque qualitativo fundamentado na realidade visa compreender as percepções dos integrantes do projeto frente aos desafios da musicalização, uso de dispositivos de apoio musicais e técnicas de aprendizagem baseadas nos métodos de Willems, Suzuki e ideias de Koellreutter. O tipo de estudo foi descritivo com dados...

  7. A Acessibilidade do Posto de Turismo da Batalha

    Silva, Maria de Fátima do Rosário Costa da
    A acessibilidade tem sido tema de discussão na literatura e existe uma preocupação cada vez maior para tornar a sociedade mais inclusiva. No entanto, continuam a existir barreiras ao nível dos edifícios sociais, as quais podem contribuir para a exclusão social, acentuando preconceitos e desfavorecendo as pessoas com deficiência e os mais idosos. A maioria da oferta turística ainda não está preparada para disponibilizar um serviço com qualidade a um público com deficiência. Considerando as necessidades dos diversos públicos deveria existir uma preocupação maior em promover a equidade e a inclusão de TODOS. O presente estudo pretende analisar as condições de...

  8. A Acessibilidade do Posto de Turismo da Batalha

    Silva, Maria de Fátima do Rosário Costa da
    A acessibilidade tem sido tema de discussão na literatura e existe uma preocupação cada vez maior para tornar a sociedade mais inclusiva. No entanto, continuam a existir barreiras ao nível dos edifícios sociais, as quais podem contribuir para a exclusão social, acentuando preconceitos e desfavorecendo as pessoas com deficiência e os mais idosos. A maioria da oferta turística ainda não está preparada para disponibilizar um serviço com qualidade a um público com deficiência. Considerando as necessidades dos diversos públicos deveria existir uma preocupação maior em promover a equidade e a inclusão de TODOS. O presente estudo pretende analisar as condições de...

  9. Potenciar a acessibilidade cultural em ambientes culturais: um estudo exploratório em museus

    Negreiros, Dilma de Andrade
    Ao vislumbrarmos os avanços relacionados com a acessibilidade na contemporaneidade, podemos perceber que os movimentos de luta das pessoas com deficiência repercutiram-se social e culturalmente, em resultados profícuos para toda sociedade. Contudo, no que concerne à acessibilidade em ambientes culturais, notam-se progressos somente nos considerados de grande porte, com linhas de financiamento e gestão definidos e já bem estruturados administrativamente. No entanto, a maioria dos ambientes de pequeno e médio porte vê-se alijada desse processo de inclusão por falta de informação, recursos financeiros, materiais e humanos. A legislação mundial, da qual Portugal e Brasil são signatários, aponta para a defesa dos...

  10. O ensino de condução automóvel a pessoas surdas em Portugal

    Luís, Zita Hermínia de Jesus
    Em Portugal, tal como nos restantes países da União Europeia, é conferida habilitação legal para obtenção de carta de condução às pessoas surdas. No entanto, o facto de estas poderem conduzir constitui ainda uma questão controversa essencialmente pela suposta relação direta entre falta de audição e insegurança rodoviária. Apesar de ser atribuída aos fatores sensoriais, incluindo a audição, uma evidente importância para a condução, esta tarefa assume-se como predominantemente visual. O presente estudo centra o seu tema na formação dos condutores surdos. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, que visa compreender como se processa o ensino da condução a...

  11. A Língua Gestual Portuguesa como primeira língua da criança surda

    Oliveira, Joana Margarida dos Santos
    Hoje em dia a realidade das nossas escolas com crianças surdas é que estas se situam na generalidade aquém dos alunos ouvintes, cujas competências académicas são na grande maioria acima da dos alunos surdos. Neste trabalho vamos tentar perceber se esse facto está relacionado com o acesso tardio à Língua Gestual ou se se relaciona com a forma não natural como é ensinada esta língua. Outra das razões desta diferença nos resultados destas crianças resulta da dificuldade das famílias comunicarem com as suas crianças surdas e destas comunicarem com os seus pares ouvintes e com adultos no contexto escolar, por...

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