Recursos de colección

Repositório Comum (25.504 recursos)

É um repositório para instituições de ensino e investigação produtoras de literatura científica cuja dimensão ainda não justifica a criação de um repositório próprio. Permite integrar instituições, grupos ou indivíduos na infra-estrutura do projecto, nomeadamente através das pesquisas do Portal RCAAP e da B-On.

Mostrando recursos 1 - 15 de 15

  1. Aprender sem idade

    Carvalho, Luísa Serrano; Ferreira, Isabel
    O envelhecimento da população assume-se como uma realidade cada vez mais premente no nosso país, apontando, as estatísticas, para um acentuar deste fenómeno nos próximos anos. Envelhecimento não se apresenta, no entanto, como sinónimo de inatividade, inutilidade ou perda total de capacidades, pelo que, reconhecendo que a educação é permanente, que a aprendizagem se faz ao longo da vida, a educação pode constituir-se como uma mais-valia para os idosos, fomentando a construção de novos objetivos e projetos de vida. As Universidades Seniores emergem, neste contexto, como uma resposta educativa e social, através da qual se fomenta a integração e permanência dos idosos...

  2. A emergência de práticas educativas promotoras de educação para o desenvolvimento

    Ferreira, Isabel; Marchão, Amélia; Carvalho, Luísa Serrano; Mendes, Teresa
    A Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (ENED) surge como uma tentativa de honrar os compromissos assumidos por Portugal em diferentes fóruns internacionais e tem como objetivo promover a cidadania global através de processos de aprendizagem e de sensibilização da sociedade portuguesa para as questões do desenvolvimento, num contexto de crescente interdependência. Na origem da Educação para o Desenvolvimento (ED) está uma trajetória de mudança quer no universo da educação quer no do desenvolvimento. No primeiro, alvo do nosso interesse, afirmou-se a complementaridade entre educação formal e não formal e foi-se conferindo uma importância crescente às metodologias participativas. Por seu lado, o desenvolvimento passou a ser assumido como...

  3. Perceções das estudantes: processos de supervisão desenvolvidos na prática de ensino supervisionada

    Marchão, Amélia; Henriques, Hélder
    Para sustentar um modelo coerente de prática profissional na formação inicial de educadores/as de infância não nos podemos desligar das características hodiernas da educação de infância nem de aspetos largamente consensuais e que derivam da investigação sobre a formação e desenvolvimento profissional. Referimo-nos à educação de infância alicerçada nas perspetivas socio construtivas que resiste à escolarização precoce das crianças e também à resistência da “academização” da formação de educadores/as de infância e à necessidade da supervisão e do trabalho colaborativo entre “generalistas” e “especialistas”. O que nos propomos partilhar é a reflexão sobre um modelo de concetualização e organização da prática de ensino supervisionada, a partir das perceções...

  4. Corpo, identidade e desejo na literatura para jovens

    Mendes, Teresa
    A problematização da identidade tem merecido, nos últimos anos, uma reflexão alargada, em diferentes áreas do saber, nomeadamente no âmbito dos estudos literários e culturais. No caso específico da literatura portuguesa contemporânea de potencial recepção juvenil, a questão coloca-se de forma assaz pertinente, uma vez que as personagens (pré) adolescentes que povoam os diversos universos textuais, na maioria femininas, se debatem internamente com problemas existenciais e psicoemotivos decorrentes da fase de crescimento em que se encontram, sendo que, na busca incessante de si e da sua identidade, a questão da corporalidade e do desejo se institui como um aspecto estruturante (e...

  5. Literatura para Jovens: o Palco do Eu

    Mendes, Teresa
    A literatura portuguesa contemporânea de potencial recepção juvenil tematiza multifuncionalmente as questões relacionadas com a comunicação interpessoal e intergeracional a vários níveis: por um lado, demonstrando que nem sempre o diálogo entre gerações é possível e/ou significativo, gerando situações de incomunicabilidade por vezes irreparáveis; por outro, sublinhando que a inoperância da palavra provoca nos sujeitos adolescentes naturais movimentos de retracção e silenciamento, responsáveis em parte pelo percurso de deambulação no interior de si mesmos em busca da sua identidade e de uma maior consciencialização do seu existir. Na realidade, as vozes plurais de um sujeito adolescente arquetípico, frequentemente configurado como...

  6. Relação texto-imagem no livro para crianças: uma leitura de Bernardo Faz Birra e de Quando a Mãe Grita…

    Mendes, Teresa
    O presente artigo procura problematizar as dimensões e a funcionalidade da ilustração nos livros de potencial recepção infantil, equacionando a sua relevância na educação estética da criança (pré)leitora. Partindo da apreciação dos álbuns Bernardo Faz Birra, de Hiawyn Oram, e Quando a Mãe Grita …, de Jutta Bauer, pretende-se demonstrar que a ilustração não é, não pode ser, uma mera reprodução ou explicação do legível.

  7. A Máscara no Paralelo Onírico d’“Os Alicerces da Realidade” de José Régio

    Madeira D'Ascensão, Maria
    Visando a literatura de José Régio, Eugénio Lisboa refere que todo o seu texto é “habitado por toda uma teoria de heróis devorados pela necessidade de verem e fazerem ver. Mas são frequentemente personagens complicados e minados por uma lucidez corrosiva” (Lisboa, 2001: 74-75). No conto “Os Alicerces da Realidade” da autoria do célebre escritor do séc. XX, é-nos apresentado um protagonista desenhado com linhas intricadamente complexas e com traços de loucura, resultantes da corrosão do ser profundamente lúcido. De facto, na diegese de “Os Alicerces da Realidade”, Silvestre, a personagem principal, representa um funcionário público aposentado aparentemente vulgar que,...

  8. Columbina e Pierrot ‒ A Evidência de Traços do Expressionismo em Três Máscaras de José Régio

    Madeira D'Ascensão, Maria
    Três Máscaras, um texto dramático da autoria de José Régio, insere-se na tradição realista do teatro social de atualidade da época, todavia denuncia já alguns traços do expressionismo. Com efeito, nesta fantasia dramática, duas personagens, Columbina e Pierrot, assinalam, numa fase embrionária, alguns lineamentos indicativos da principal temática do teatro expressionista, na medida em que ― sonhadores, tristes, sofredores e humilhados nas e pelas respetivas posições socioeconómicas específicas ― manifestam interesse no alcance da individualidade e do carácter do homem livre orgulhosamente associal. Acusam, assim, um certo antagonismo perante a generalidade social padronizadora, visando assinalar uma ética individual.

  9. Entre a Identidade e a Máscara: um Estudo de “Três Máscaras” de José Régio

    Madeira D'Ascensão, Maria
    "Três Máscaras” é uma peça de teatro da autoria de José Régio. Nesta, conforme o próprio título o sugere, sobressaem três personagens que sustentam disfarces num baile de máscaras. Na verdade, estas estão mascaradas das emblemáticas personagens Columbina, Pierrot e Mefistófeles que  à semelhança do que sucedia nas encenações da Commedia dell’arte em que se visava uma criação coletiva sujeita à inspiração do momento  fantasiam um diálogo e uma ação norteados pelo simbolismo do respetivo disfarce. Entretanto, fruto da vivência ficcional que se vive naquele momento e do improviso sujeito ao imprevisto, aciona-se, nestas personagens, um processo de...

  10. O Universo Feminino em Histórias de Mulheres de José Régio

    Madeira D'Ascensão, Maria
    Histórias de Mulheres é uma colectânea de novela e contos da autoria de José Régio. Nesta obra, conforme o próprio título o sugere, vinga um universo ficcional dominado pela personagem feminina. Esta — além do reflexo histórico da mulher portuguesa dos anos 30/40 do século XX — faz-se representar numa vasta e magnificente galeria de Seres ficcionais, exímia e peculiarmente construídos por este autor. Embora ricas e várias, as personagens femininas de Histórias de Mulheres distribuem-se por dois grupos que, por sua vez, se reportam à díade temática regiana da individualidade e da coletividade. Deste modo, alguns destes Seres ficcionais —...

  11. Representações e opiniões dos estudantes de licenciatura sobre as praxes no ensino superior

    Martins, Maria José D.; Caldeira, Suzana Nunes; Silva, Osvaldo Dias Lopes; Botelho, Suzana Pinho; Mendes, Maria
    As praxes no ensino superior são uma constante que se repete anualmente e pretendem, nas palavras dos seus principais promotores e atores, contribuir para a integração dos novos estudantes nas instituições de ensino superior e para a promoção da convivência e do divertimento entre estudantes. Contudo nos últimos anos a denúncia de praxes violentas e humilhantes e a revelação de acidentes graves, alegadamente decorrentes de atividades desenvolvidas no quadro das praxes, tem alertado a sociedade para a necessidade de compreender se de facto estas atividades contribuem para a integração e socialização dos estudantes ou se se limitam apenas a humilhações...

  12. Representações e opiniões dos estudantes de licenciatura sobre as praxes no ensino superior

    Martins, Maria José D.
    As praxes no ensino superior são uma constante que se repete anualmente e pretendem, nas palavras dos seus principais promotores e atores, contribuir para a integração dos novos estudantes nas instituições de ensino superior e para a promoção da convivência e do divertimento entre estudantes. Contudo nos últimos anos a denúncia de praxes violentas e humilhantes e a revelação de acidentes graves, alegadamente decorrentes de atividades desenvolvidas no quadro das praxes, tem alertado a sociedade para a necessidade de compreender se de facto estas atividades contribuem para a integração e socialização dos estudantes ou se se limitam apenas a humilhações...

  13. Experiências de Cyberbullying relatadas por estudantes do ensino superior politécnico

    Martins, Maria José D.; Simão, A. M. Veiga; Azevedo, P.
    As TIC trouxeram múltiplos benefícios mas acarretam também riscos, nomeadamente o cyberbullying, ou seja, a prática de atos agressivos, intencionais e repetidos com recurso a dispositivos eletrónicos para, por exemplo, enviar mensagens insultuosas ou criar websites que difamam e hostilizam os outros. Este estudo teve por objetivos conhecer a frequência e os tipos de cyberbullying praticados, sofridos e observados por estudantes do ensino superior politécnico; saber se se veriicam diferenças entre géneros e cursos; identiicar as emoções associadas aos diferentes papéis no cyberbullying; identiicar os motivos invocados pelos agressores para explicar este tipo de comportamento. Para o efeito construiu-se um questionário...

  14. O que pensam os estudantes de enfermagem sobre as praxes académicas?

    Martins, Maria José D.; Caldeira, Susana Nunes; Silva, Osvaldo Dias Lopes; Mendes, Maria; Botelho, Susana Pinho
    As praxes académicas ocorrem anualmente no ensino superior português e pretendem, nas palavras dos seus principais promotores e atores, contribuir para a integração dos novos estudantes nas instituições de ensino superior. Contudo nos últimos anos a denúncia de praxes violentas e humilhantes e a revelação de acidentes graves, alegadamente decorrentes de atividades desenvolvidas no quadro das praxes, tem alertado a sociedade para a necessidade de compreender se de facto estas atividades contribuem para a integração e socialização dos estudantes ou se se limitam apenas a humilhações e abusos de natureza física e psicológica, aproximado-se mais de condutas de bullying do...

  15. Crianças em situação de risco social - a percecão dos docentes

    Martins, Maria José D.; Figueira, Ana Cristina
    Esta investigação teve como principais objetivos: conhecer a frequência de alunos em situação de risco social, a frequentar o ensino Básico de um concelho situado no Alto Alentejo e identificar o tipo de risco que poderão estar viver, a partir das perceções dos seus docentes. A investigação pretendia ainda estabelecer a relação entre o risco percebido e variáveis como o género, ciclo de escolaridade; insucesso escolar; apoios sociais. Para o efeito adaptou-se o questionário para deteção de crianças em situação de risco social constituído por 4 subescalas: maltrato ativo, negligência, problemas emocionais, e condutas antissociais, e aplicou-se a todos os...

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