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  1. A influência das experiências de acolhimento institucional na (re)construção identitária

    Costa, Paula Filipa Vieira da
    Nem todas as crianças e jovens têm percursos biográficos protegidos por famílias nucleares mais tradicionais onde buscam o seu suporte psicossocial. Muitas crianças são produto de famílias desestruturadas, multiproblemáticas (Alarcão, 2006) e disfuncionais (Martins, 2005), que vivem ambivalências entre os valores culturais e os direitos. É, após, avaliações complexas, multidisciplinares, multifatoriais, e precisas que muitas vezes são sinalizadas as crianças e jovens em risco à luz da Lei de proteção de crianças e jovens em perigo. A referida legislação prevê no seu artigo 35º a existência de diferentes medidas de promoção e proteção, sendo primado pelo sistema de proteção as medidas...
    - 29-ago-2017

  2. Um olhar mediador sobre a Deficiência e a Formação Profissional- O caso do Centro de Formação Profissional do Centro de Educação do Cidadão Deficiente de Mira Sintra

    Mateus, Gracinda Ferreira
    Apesar da força de alguns discursos sobre a inclusão e a interculturalidade como formas de viver conjuntamente, a aceitação da diferença no seio da organização ainda não existe na totalidade das empresas ou instituições sociais. Um dos grupos que tem maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho é o das pessoas portadoras de deficiência, necessitando, muitas vezes, de apoio do Estado, nomeadamente, através do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). O IEFP auxilia através da integração em cursos de formação profissional ou através de Contratos de Emprego e Inserção. O Centro de Educação do Cidadão Deficiente (CECD) de Mira Sintra,...
    - 29-ago-2017

  3. O sucesso no percurso escolar da etnia cigana

    Marques, Rita Alexandra Jesus
    Uma das áreas onde o confronto entre culturas e valores minoritários e maioritários são mais evidentes, é a escola, particularmente porque ela se sobrepõe a uma missão socializadora que não é, de modo nenhum, neutra nem sequer flexível. Sabemos que a taxa de escolarização ainda é muito reduzida, na cultura cigana. A educação é portanto uma área fundamental para a inclusão destes na sociedade, dita dominante. A escola pode e deve assumir-se como um importante interface cultural entre as distintas comunidades, assumir-se como espaço de pertença das crianças ciganas e das suas famílias, respeitando e alargando as suas expectativas, como fator de...
    - 02-dic-2017

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