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  1. Entrevista com Jeremias Gamboa


    Nessa entrevista em espanhol o escritor peruano Jeremias Gamboa fala sobre o seu livro Contar Tudo. Gamboa comenta que o romance trata da dificuldade de encontrar sua própria voz para se tornar escritor. Conta que aos 26 anos abandonou o emprego e passou a se dedicar à escrita, porém com resultado infrutíferos. Partiu então para os EUA estudar literatura latino-americana, e lá escreveu seu primeiro livro, com a influência súbita de uma canção de Lou Reed. A novela trata sobre aquilo que Jeremias Gamboa acredita ser essencial para se tornar escritor. Ainda na entrevista Jeremias fala sobre o jornalismo e...

  2. Entrevista com Luís Augusto Fisher


    Luís Augusto Fisher fala sobre o livro O alcance da canção, do qual é organizador junto com Guto Leite. Num artigo para esse livro Fisher fala sobre a cadeira do curso de Letras da UFRGS, chamada Canção Popular Brasileira. O livro procura celebrar os 25 anos de existência dessa disciplina. Ainda, Fisher comenta que essa é a única disciplina do gênero nas universidades do Brasil e que mantém uma interlocução com os professores da USP, Miguel Wisnik e Luíz Tatit. Tatit, inclusive, formulou um conjunto de critérios para abordar canção sem precisar recorrer a linguagem musical.

  3. Entrevista com Daniel Galera


    Daniel Galera fala sobre seu novo livro, Meia-noite e vinte, um livro pré-apocalíptico. No livro perpassa a sensação de que há uma catástrofe, um apocalipse iminente que nunca acontece. Daniel percebeu que a ansiedade dos personagens decorria mais pela expectativa de um desastre do que de uma luta para superar uma catástrofe efetiva. Os personagens do livro tem entre 32 e 42 anos e eles enfrentam a comparação entre os seus sonhos, no final dos anos 90, e a realidade que vivem hoje.

  4. Entrevista com Juremir Machado


    Juremir Machado vêm ao estúdio da Rádio para falar sobre o livro que lança na Feira, Corruptos de estimação- e outros textos do golpe hiperpreal. O entrevistado comenta que o Brasil é um país de muitos golpes, alguns fazendo crer que não são golpes, a exemplo da Proclamação da República e da Revolução de 30. Também há outros golpes mais truculentos, como o de 1964 que, no princípio, era chamado de Revolução. Os golpes são estratégias que a direita encontra para tentar tirar do poder governos de centro-esquerda.

  5. Entrevista com Adriana Calcanhoto


    Adriana Calcanhoto fala sobre o livro Pra que é que serve uma canção como essa?, organizado por Eucanaã Ferraz e que reúne 91 letras da compositora. Ainda, Adriana Calcanhoto comenta sobre a Feira do Livro de Porto Alegre.

  6. Entrevista com Ivan Carneiro Gomes


    O jornalista Ivan Carneiro Gomes fala sobre seu livro Nova Zelândia: prazer em conhecer. Comenta sobre a natureza e a política deste país, que foi o último a ser 'descoberto' no tempo das navegações. Ainda, fala da crise recente da Nova Zelândia e sobre a flexibilização das leis do trabalho nesse país.

  7. Entrevista com Cíntia Moscovich


    A patrona da 62a Feira do Livro de Porto Alegre fala sobre a baixa representatividade de mulheres como patrona da Feira do Livro e comenta sobre a programação internacional desta edição do evento. Ainda na entrevista Cíntia comenta como é seu processo de concentração para a escrita. Ela ainda fala sobre o humor judaico, presente nas suas obras.

  8. Entrevista com Gilmar Delvan


    GIlmar Delvan fala sobre o livro Raid Man: a incrível história da família que atravessou o país rolando um barril. A história tem cunho verídico, baseada na aventura de Leopoldo Lanz. Delvan leu sobre essa história no jornal Diário de Notícias, que resgatava um caso de 1931. Ainda na entrevista fala sobre Oficinas Literárias.

  9. Entrevista com Nei Lisboa


    Nei Lisboa comenta sobre o show, Salvagni Big Band, inspirado no repertório nas Big Bands de jazz. No espetáculo são 17 músicos na banda, cinco saxofones, quatro trombones e quatro trompetes e mais uma formação tradicional e mais bateria, baixo, guitarra e teclado. Ainda, Nei Liboa fala sobre o seu disco Hi-fi e sobre interpretar músicas de outros repertórios.

  10. Entrevista com Julián Fuks


    Julián Fuks fala sobre seu 4o livro, A resistência. O enredo trata de um casal perseguido pela ditadura militar argentina que adota uma criança. Este enredo é em grande parte a própria autobiografia do escritor. Ainda sobre este livro Fuks conta que algo lhe exigia fidelidade à matéria original, e a ficção atuou no sentido de construção narrativa e não propriamente de invenção. Outra questão que o livro suscita é sobre que militância é possível hoje, frente ao Golpe Parlamentar de 2016. Fuks percebe que em diversos contextos há uma tomada de poder por parte do capital diante de uma...

  11. Entrevista com Cida Moreira


    Cida Moreira fez o disco Soledade, que mistura música e poesia, inspirada em aspectos do Brasil que não conhecia.

  12. Entrevista com Ana Maria Albani de Carvalho


    Nervo óptico foi um grupo de artistas de Porto Alegre que atuou nos anos 70, desenvolvendo questões de arte contemporânea. Os trabalhos do grupo discutiam temas como a obra única, a noção de autoria, a ideia de utilizar a câmara fotográfica na arte, a autoria coletiva, entre outros, propostas que foram desestabilizadoras para o público e para o próprio meio de arte. Em 1o de abril de 2017 a Fundação Vera Chaves Barcellos apresentará a exposição Nervo óptico: 40 anos.

  13. Entrevista com Moacyr Scliar


    Moacyr Scliar fala sobre o livro que estava lançando na 56a Feira do Livro, Eu te abraço milhões. O livro é ambientado no final dos anos 20 e trata da história de Waldo, um adolescente de Santo Ângelo que tem um amigo comunista. O amigo, muito doente, lhe recomenda que vá até o Rio de Janeiro e ingresse no Partido Comunista. Chegando ao Rio Waldo trabalha de operário na construção do Cristo Redentor e acaba vivenciando a Revolução de 1930, que coloca Getúlio Vargas no poder. Na época da entrevista a Revolução de 30 completava 80 anos. Ainda Scliar comenta...

  14. Entrevista com Ana Maria Albani de Carvalho


    A professora de artes visuais Ana Albani de Carvalho comenta que as mesmas relações de poder que se dão na sociedade também se acontecem na arte, ou seja, as desigualdades de gênero, de raciais e de classe também estão presentes no mundo da arte. Na arte as mulheres estão inseridas nos campos da formação e da técnica, mas as principais exposições são majoritariamente de artistas, historiadores da arte e curadores homens. A crítica a esse status quo iniciou nos anos 60. Entre as artistas que trabalham com a temática do feminismo Ana Albani de Carvalho cita Bárbara Kruger, Ana Mendieta,...

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