Recursos de colección

Repositório Comum (24.607 recursos)

É um repositório para instituições de ensino e investigação produtoras de literatura científica cuja dimensão ainda não justifica a criação de um repositório próprio. Permite integrar instituições, grupos ou indivíduos na infra-estrutura do projecto, nomeadamente através das pesquisas do Portal RCAAP e da B-On.

Mostrando recursos 1 - 20 de 116

  1. D. António Luís de Sousa : 2.º Marquês das Minas

    Leal, João Luís Rodrigues
    D. António Luís de Sousa foi um dos mais eminentes protagonistas da história militar de Portugal, pois obteve feitos inigualáveis, não devendo a formação de sucessivas gerações de líderes ser alheia a tão insigne figura. 0 2º Marquês das Minas, como militar e como patriota, constituiu-se como arquétipo de referência e exemplo de generosidade, coragem, honra e engenho; qualidades que ainda hoje cunham os melhores vultos da nossa história. Que a personalidade de D. António Luís de Sousa deixe esculpido no vosso curso um vinculo indissipável que sirva de catalizador de coesão e camaradagem, e que a evocação do seu exemplo...

  2. Evolução do pensamento estratégico

    Borges, João Vieira
    A Estratégia é estudada e aplicada diariamente em Portugal, nos E.U.A., na China, na Rússia, na União Europeia, nas grandes empresas de Tóquio a Berlim, enfim, em diferentes unidades políticas e "organizações" que têm em comum a necessidade de possuírem bons líderes para atingirem os seus objectivos, sejam eles de âmbito político, militar ou empresarial. Talvez esta seja uma explicação para o facto dos estudiosos e os "homens de acção" encontrarem a Estratégia em obras e pensadores de referência, oriundos de vários espaços e tempos, com formas de pensar tão diferentes como Sun Tzu e Clausewitz. Para o General Abel Cabral...

  3. Da Segunda Guerra Mundial à Guerra Colonial

    Borges, João Vieira
    A honra do desafio que nos foi lançado pela direcção do IDN, tem "atrelada" uma responsabilidade acrescida pelo simples facto de desempenharmos, simultaneamente, as funções de membro da comissão de organização do seminário e as funções de professor regente da disciplina de "Historia do Pensamento Estratégico" no âmbito do Mestrado em História Militar, na Academia Militar. No entanto, a tarefa foi de algum modo facilitada pelas pistas implícitas nos trabalhos de Hervé Coutau-Bégarie e, em particular, na sua obra Tratado de Estratégia, mas sobretudo pelos estudos recentes de António Horta Fernandes e de António Paulo Duarte. Depois de constatarmos que durante...

  4. As Forças Armadas na Segurança Interna: Mitos e Realidades

    Borges, João Vieira
    A abordagem do tema "Forças Armadas na Segurança Interna", numa altura marcada por fortes constrangimentos financeiros e económicos, pela discussão das grandes opções do Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN 2013) e pela reforma da Defesa Nacional, constitui um desafio aliciante com carácter de oportunidade. Efectivamente constitui um desafio, em especial para um militar profissional que também é académico, porque obriga à contraposição da praxis da actuação das Forças Armadas Portuguesas (FA) em missões de Segurança Interna (SI) numa perspectiva de colaboração das FA com as Forças e Serviços de Segurança (FSS), em alternativa a uma visão mais legalista e politizada,...

  5. General Tomás António Garcia Rosado (1864-1937)

    Telo, António José
    (...) A acção de Garcia Rosado no Estado Maior na primeira década da sua carreira leva a que seja considerado um dos mais prometedores oficiais da sua geração. (...) Garcia Rosado é um dos generais com mais prestígio no Exército nos anos vinte, sendo à sua volta e de Sinel de Cordes que se reconstitui o núcleo que corresponde, em larga medida, ao comando final do CEP. (...) Em 1934, Garcia Rosado passa à reforma. Morre em Sintra, a 30 de Agosto de 1937, com 73 anos. Portugal perdia o melhor general da sua geração, o pensador, o diplomata, o...

  6. General João Crisóstomo de Abreu e Sousa (1811-1895)

    Silva, Albano Manuel Claro Azevedo da
    De João Crisóstomo de Abreu e Sousa, procuraremos. citar os factos mais notáveis da sua brilhante carreira, que o ilustram como um chefe militar e cidadão de reconhecido prestígio. Esta influente personagem, cumpriu com extrema dignidade e notável acerto as mais difíceis e complexas missões, quer combatendo na guerra, quer organizando, dirigindo e estimulando na paz. Notabilizou-se pelos seus altos méritos, a sua verdadeira estatura moral, coragem e a aceitação de todas as responsabilidades, por mais pesadas e graves que elas fossem. A sua carreira singular, sempre o exemplo da dedicação para tudo pronta, de quem tudo faz por espontânea determinação, revelou-nos uma...

  7. General Fernando Tamagnini de Abreu e Silva (1856-1924)

    Rita, Fernando Manuel da Silva
    A vida e a carreira militar do general Fernando Tamagnini de Abreu e Silva, será uma referência para os Cadetes-Alunos que ingressam na Academia Militar, no ano letivo 2012-2013, curso para o qual foi designado como Patrono. Além das virtudes militares demonstradas em combate durante a Primeira Guerra Mundial, onde foi comandante do Corpo Expedicionário Português, Fernando Tamagnini de Abreu e Silva, distinguiu-se também como um chefe exemplar, pela sua competência técnica, sentido de responsabilidade e o seu exemplo de ética, a par da sua coerência e lealdade, para com os valores e princípios em que acreditava. Quem foi então este oficial,...

  8. Resumo histórico da Academia Militar

    Borges, João Vieira
    A História da Escola do Exército e da Academia Militar lega-nos exemplos ímpares de um acompanhamento do que de melhor se fazia e faz na Europa e, simultaneamente, de um cuidado permanente na adaptação à especificidade nacional, factores facilmente traduzidos nas sucessivas gerações de líderes nacionais que, ao longo de mais de duzentos e treze anos, construíram o forte lastro histórico de que todos nos honramos. E, entre as suas tradições, encontramos os Patronos dos diferentes cursos, que desde 1953 constituem Tradição e factor de Coesão de sucessivas gerações de jovens oficiais marcados pelo ideal de servir Portugal.

  9. Patronos da Escola do Exército e da Academia Militar : Tradição e Coesão

    Borges, João Vieira
    A Escola do Exército (EE) e a Academia Militar (AM), como instituições militares de ensino superior do nosso País, foram e continuam a ser possuidoras das mais vastas e nobres tradições, que se enraízam na existência da própria instituição militar e nos fundamentos de Portugal como soberano. Formadoras de sucessivas gerações de líderes (homens e mulheres, civis e militares destinados aos três ramos das Forças Armadas e, mais recentemente, à GNR), que foram e são protagonistas da própria História de Portugal, contribuíram e continuarão a contribuir para a consolidação de uma verdadeira "armadura espiritual" do Estado. A presente obra representa uma...

  10. Subsídios para o Portugal militar do Amistício ao tratado de paz de Versalhes

    Borges, João Vieira
    Transmitir uma visão do Portugal Militar no pós Grande Guerra (GG), entre o Armistício, a II de Novembro de 1918, e a assinatura do Tratado de Paz de Versalhes, a 28 de Junho de 1919, constitui o objectivo a que nos propomos, desiderato ainda mais aliciante, pelo facto da maioria dos historiadores desenvolver essencialmente o antes e o durante a GG, quer em termos cronológicos, quer em termos políticos, económicos e sociais. Este período de cerca de sete meses, engloba acontecimentos políticos, económicos e sociais de tal modo importantes e consequentes, como o assassinato de Sidónio Pais, a "Monarquia do Norte",...

  11. Subsídios para a reforma do ensino superior militar em Portugal.

    Borges, João Vieira
    Uma leitura cuidada de alguns documentos estruturantes do ciclo de planeamento estratégico da Defesa Nacional (DN), como os sucessivos programas do governo ou os últimos Conceitos Estratégicos de Defesa Nacional (CEDN), leva-nos a concluir, que está subjacente ao pensamento político e estratégico nacional, a necessidade de umas Forças Armadas (FA) mais "conjuntas". E as áreas de actuação situam-se normalmente ao nível de três vectores de intervenção*, sem dúvida estruturantes de cada um dos Ramos e necessariamente das FA, respectivamente: o Ensino Superior Militar, a Saúde Militar e os Estados-Maiores. Optámos mais uma vez por desenvolver o vector do Ensino Superior Militar...

  12. Portugal militar no início do século XIX

    Borges, João Vieira
    Como comandante do Regimento de Artilharia Antiaérea nº 1, que ocupa as instalações do Palacete da Arcada em Queluz, mandado construir por D. João VI, é com redobrada satisfação que abordo o Portugal Militar no início do Século XIX, afinal o período em que o primeiro dos meus antecessores se debatia com os problemas inerentes à instalação de uma Guarda Real de Infantaria e Cavalaria que protegesse a família Real, que tinha o Palácio de Queluz como residência oficial desde o incêndio na barraca real da Ajuda. O período que vou de seguida analisar em termos do Portugal Militar no início...

  13. A Batalha de Almanza : O sangue da afirmação de Portugal

    Borges, João Vieira
    A 25 de Abril de 1707, um exército Aliado de cerca de 16.000 homens, sob o comando do 2º marquês das Minas e do conde de Galway foi derrotado em Almansa, no âmbito da Guerra da Sucessão de Espanha (GSE), por um exército com cerca de 25.400 homens sob o comando do duque de Berwick, designado Exército das Duas Coroas. Depois de um sucesso grandioso para os aliados, com a conquista de Madrid a 28 de Junho de 1706 ainda com D. Pedro 11 no trono de Portugal, D. João V iniciava o seu reinado com uma derrota militar que,...

  14. Uma cronologia da história do ensino superior militar em Portugal

    Borges, João Vieira; Canas, António José Duarte Costa
    O objectivo da presente cronologia passa por apresentar, de modo sucinto, os grandes marcos da História do Ensino Superior Militar (ESM) em Portugal, agregando, de modo muito resumido, os acontecimentos e as instituições mais significativas dos três ramos das Forças Armadas. Com a consciência de que nem tudo passa pela data da criação das instituições de ESM e de que estas não são imunes à evolução do próprio ensino superior em Portugal ou mesmo na Europa, tentámos encontrar alguns critérios, necessariamente discricionários, só compensados pela vantagem duma visão conjunta e integrada. Assim, consideramos "nesta" cronologia, as instituições (e acontecimentos) militares de...

  15. Respigar a estratégia nacional entre os séculos XVI a XIX

    Borges, João Vieira
    Em jeito de introdução analítica a um período que compreende cerca de trezentos anos da História de Portugal e que abarca nove pensadores e obras publicadas entre os séculos XVI e XIX (felizmente, muitas outras obras se fizeram...), iremos, muito resumidamente, caracterizar as grandes linhas da Estratégia Nacional nestas centúrias. (…) As opções estratégicas que a seguir sintetizamos não são mais do que as grandes linhas de força em torno da Pena e da Espada, esboços de coação (de índole político-diplomática e militar) facilmente perceptíveis. Tentaremos, deste modo, identificar os objectivos nacionais relativamente a períodos distintos, mas focados pelos nossos...

  16. Videovigilância : Enquadramento legal e sua aplicação na prevenção criminal : O Santuário de Fátima

    Morgado, Diogo André Saavedra
    A investigação subsequente terá como finalidade o estudo da influência da implementação das câmaras de videovigilância no Santuário de Fátima, através do seu uso como um possível meio eficaz de prevenção da criminalidade, por este ser um importante centro de peregrinação para o mundo católico. Assim, mostra-se necessário a sua adequação a todos os trâmites legais, bem como a análise de todo o processo envolvente à sua instalação, desde o protocolo inicial entre a GNR e a entidade responsável pela administração do Santuário até ao último pedido de renovação, por parte do Gabinete do General Comandante Geral da GNR, como...

  17. O Terrorismo e a Transformação do Planeamento Estratégico de Segurança Nacional dos EUA

    Borges, Jõao Vieira,
    Este artigo faz a associação entre o terrorismo Transnacional e a Transformação que se vem verificando no planeamento estratégico de segurança nacional dos EUA desde o 11 de Setembro. O autor começa por caracterizar o planeamento estratégico americano, descrevendo os objectivos de cada um dos doze documentos analisados. Identifica, ainda, a hierarquia entre os diferentes documentos e a sua evolução em termos de pensamento estratégico. Justifica depois a relação entre o combate ao Terrorismo Transnacional e a transformação no planeamento estratégico dos EUA, que deu lugar à multiplicação de novas estratégias nacionais de cariz pragmático, funcional e conjuntural. Termina com...

  18. O Terrorismo e a Transformação do Planeamento Estratégico de Segurança Nacional dos EUA

    Borges, João Vieira
    Este artigo faz a associação entre o Terrorismo Transnacional e a transformação que se vem verificando no planeamento estratégico de segurança nacional dos EUA desde o 11 de Setembro. O autor começa por caracterizar o planeamento estratégico americano, descrevendo os objectivos de cada um dos doze documentos analisados. Identifica, ainda, a hierarquia entre os diferentes documentos e a sua evolução em termos de pensamento estratégico. Justifica depois a relação entre o combate ao Terrorismo Transnacional e a transformação no planeamento estratégico dos EUA, que deu lugar à multiplicação de novas estratégias nacionais de cariz pragmático, funcional e conjuntural. Termina com...

  19. As Forças Armadas na Segurança Interna: Mitos e Realidades

    Borges, João Vieira
    A abordagem do tema "Forças Armadas na Segurança Interna", numa altura marcada por fortes constrangimentos financeiros e económicos, pela discussão das grandes opções do Conceito Estratégico de Defesa Nacional e pela reforma da Defesa Nacional, constitui um desafio aliciante com carácter de oportunidade. Efectivamente constitui um desafio, em especial para um militar profissional que também é académico, porque obriga à contraposição da praxis da actuação das Forças Armadas em missões de Segurança Interna numa perspectiva de colaboração das FA com as Forças e Serviços de Segurança, em alternativa a uma visão mais legalista e politizada, que desde 1982 vem "limitando"...

  20. D. Miguel Pereira Forjaz

    Vieira Borges, Jõao,
    N/A

Aviso de cookies: Usamos cookies propias y de terceros para mejorar nuestros servicios, para análisis estadístico y para mostrarle publicidad. Si continua navegando consideramos que acepta su uso en los términos establecidos en la Política de cookies.