Recursos de colección

Repositório Comum (40.364 recursos)

É um repositório para instituições de ensino e investigação produtoras de literatura científica cuja dimensão ainda não justifica a criação de um repositório próprio. Permite integrar instituições, grupos ou indivíduos na infra-estrutura do projecto, nomeadamente através das pesquisas do Portal RCAAP e da B-On.

IDN - Instituto da Defesa Nacional

Mostrando recursos 1 - 20 de 32

  1. As forças armadas e a Grande Guerra

    Afonso, Aniceto
    A Grande Guerra deflagrou na Europa nos primeiros dias de agosto de 1914 e só terminou com a assinatura do Armistício, em 11 de novembro de 1918, com 65 milhões de homens mobilizados, oito milhões e meio de mortos, 20 milhões de feridos, milhares e milhares de prisioneiros e desaparecidos. Guerra da liberdade ou guerra da pátria, a verdade é que todos pensaram a guerra como uma ação rápida, fulminante, com a ideia de “passar o Natal em casa”. Resultados? A guerra não desatou o nó górdio. Também não foi a última das guerras. O mundo novo tão prometido não...

  2. A política de beligerância do governo de união sagrada

    Fraga, Luís M. Alves de
    A intenção de beligerância de Portugal na Grande Guerra não resultou do mero rompimento de relações diplomáticas entre Berlim e Lisboa. Ela tem uma história anterior que só compreendendo-a se percebe a insistência de alguns setores da política nacional pretenderem levar o país a entrar no grande conflito europeu e mundial. Neste artigo quer-se demonstrar que a beligerância portuguesa na Grande Guerra ofereceu a possibilidade, ao setor mais radical da política republicana, de modificar, sob o olhar atento das capitais europeias, a relação de subordinação de Lisboa perante Londres, aproveitando todos os circunstancialismos que o grande conflito bélico proporcionava a Portugal...

  3. Um enquadramento global para uma guerra global

    Telo, António José
    O artigo apresenta dados inéditos sobre o enquadramento externo da participação portuguesa na Grande Guerra, baseando-se, em parte, em documentação existente nos arquivos britânicos e franceses, até hoje, inédita ou muito pouco manuseada pela historiografia portuguesa. A Grã-Bretanha foi forçada à aceitar com grande relutância a participação nacional e a integrar o Corpo de Exército Português no seio das Forças Expedicionárias Britânicas em França. A França terá contribuído com o seu apoio diplomático para que a Grã-Bretanha incorporasse o Corpo Expedicionário Português na Flandres.

  4. A língua transporta valores

    Moreira, Adriano
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  5. A contestação da Autoridade Soberana: política económica global, guerra e identidade em transformação

    Riqueira, Paulo
    Este artigo pretende desagregar o conceito de Estado soberano e focar-se numa noção particular: autoridade. A ideia de que instituições e indivíduos responsáveis pelo Estado representam poder último e soberano, atuando como um tribunal de última instância, tem vindo a ser contestada por forças internacionais e transnacionais. Tendo em vista entender melhor como estas forças têm condicionado a noção de autoridade soberana, será feita uma distinção entre as construções horizontais e verticais. Horizontalmente, a autoridade soberana é criada por processos de expansão capitalista, alfabetização e comunicação, bem como através de guerra. Consolidar autoridade vertical, por outro lado, implica a criação de laços identitários, de...

  6. Evolução orçamentária e a efetividade de sua execução : o caso da Marinha brasileira

    Silva, Bruno Albuquerque e; Bezerra, Sérgio Argolo
    Este artigo tem por objetivo verificar a existência de eventuais distorções e descompassos entre o orçamento planejado e o que foi efetivamente executado, atinentes aos recursos destinados à Esquadra Brasileira. Para tanto, utilizou-se o estudo de caso como estratégia de pesquisa, buscando-se apresentar os principais conceitos e características do planejamento orçamentário e a evolução dos orçamentos da organização em lide no período entre 2006 e 2012, sob a ótica do Planejamento Orçamentário Governamental. Em um segundo plano, esta pesquisa realiza um cotejamento entre os gastos em Defesa Nacional realizados pelos países componentes do bloco BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e...

  7. Decadência do Ocidente ou ascensão asiática? : reflexões sobre o Ocidente, os BRICS e o "choque de civilizações"

    Bertonha, João Fábio
    O objetivo central deste artigo é abordar o paradigma civilizatório como possibilidade de análise para o cenário internacional atual. Sendo mais específico, a reflexão caminha para a discussão da proximidade cultural entre o universo eslavo e a América Latina com o Ocidente “clássico” representado pela Europa ocidental, a América do Norte e a Oceania e as implicações disso para as relações entre estas regiões. Os casos dos dois BRICS não asiáticos, ou seja, o Brasil e a Rússia, serão especialmente enfocados.

  8. A China e o Brasil : parceiros estratégicos na energia

    Fernandes, Carla
    O presente artigo visa aferir a cooperação da República Popular da China com a República Federativa do Brasil no setor energético, com especial enfoque no sector dos hidrocarbonetos. A cooperação neste setor, que tem vindo a ser reforçada gradualmente por acordos governamentais e empresariais firmados durante as visitais bilaterais de alto nível, envolve o maior consumidor mundial de energia e um país que beneficia de um grande potencial energético mas que necessita de avultados investimentos financeiros e de apoio tecnológico para o seu desenvolvimento.

  9. Brasil : política externa e geopolítica do pré-sal

    Patrício, Raquel de Caria
    Este artigo pretende avaliar a alteração da política externa do Brasil originada pelas descobertas das reservas do pré-sal, as quais conduziram à transformação das prioridades do Brasil de Lula (2003-2010) a Dilma Rousseff (2011-2014). Esta transformação saldou-se na estruturação de uma política externa que, posta ao serviço ao desenvolvimento interno do Brasil, prioriza a “Amazónia Azul” e a sua segurança e defesa, o que exige que o país atue, não apenas sobre o seu tradicional espaço de ação geopolítico prioritário, a América do Sul, como também sobre o Atlântico Sul, adjacentemente estendendo a sua influência sobre os países africanos lindeiros deste...

  10. Brasil : a potência do petróleo marítimo

    Eiras, Ruben
    Cerca de 30% do abastecimento mundial de petróleo será assegurado pelo Brasil em 2035, tornando aquele país lusófono no sexto maior produtor mundial. Contudo, a ascensão do gigante sul-americano a uma potência energética global está fortemente condicionada, em essencial, por um fator muito específico: acesso a tecnologia de extração e produção de petróleo e gás offshore de águas profundas, económica e ambientalmente eficiente. O presente artigo contextualiza esta ascensão com uma tentativa de descrição da mudança geopolítica em curso no mundo do petróleo e gás. Na nova ordem mundial petrolífera, os desafios tecnológicos do pré-sal brasileiro abrem a porta para...

  11. As relações económicas luso-brasileiras desde a década de noventa : uma visão estratégica

    Silva, Joaquim Ramos
    A partir dos anos 1990, as relações económicas entre Portugal e o Brasil entraram numa nova fase do seu desenvolvimento histórico, em particular com maior participação das empresas e dos seus investimentos. Sobretudo nos anos 2000, o processo chamou a atenção dos investigadores, principalmente dos dois países, e foi objeto de um número razoável de trabalhos, tanto publicações (livros, artigos e capítulos) como académicos (teses e dissertações). Sob várias óticas, teóricas e empíricas dentro da economia e da gestão (por exemplo, a economia internacional e os recursos humanos), têm sido abordados não só os movimentos comerciais, de investimento direto e financeiros,...

  12. A estratégia nacional de defesa do Brasil e o Conceito Estratégico de Defesa Nacional de Portugal: comparação de duas estratégias nacionais de segurança e defesa

    Duarte, António Paulo
    Este artigo compara a Estratégia Nacional de Defesa do Brasil (2008 e 2012) e o Conceito Estratégico de Defesa Nacional de Portugal (2013). Começa por dissecar o conceito de estratégia que fundamenta a ação estratégica de cada uma das duas nações. Subsequentemente analisa os modos de implementação das respetivas estratégias, passando em seguida para os propósitos que devem alcançar e os riscos e ameaças com que se devem confrontar. Munidos destes dados, pode-se então fazer uma leitura geopolítica e geoestratégica de cada uma das estratégias e do que elas podem significar para a posição do Brasil e de Portugal no sistema...

  13. Política de defesa, política externa e grande estratégia do Brasil

    Seabra, Pedro
    Esta análise oferece uma perspetiva comparada das diferentes orientações estratégicas publicadas pelo Brasil na última década, com implicações ao nível do sector de defesa. O objetivo último consiste em identificar alterações concretas recentes no planeamento estratégico brasileiro que sustentem a pretensão oficial de uma aproximação crescente entre os propósitos das políticas externa e de defesa nacionais.

  14. A inserção do Brasil na economia global : da procura da autossuficiência à estratégia de diversificação

    Cadete, Joaquim
    Ao longo dos últimos anos o Brasil tem vindo a afirmar-se no panorama internacional como uma das potências emergentes. Tal facto não é uma decorrência do acaso mas antes o resultado da implementação de uma visão estratégia de longo prazo para a qual a política externa brasileira foi determinante. Os esforços da diplomacia brasileira em torno da promoção do Mercosul e do conceito de América do Sul foram elementos constituintes desta iniciativa que visou a criação de uma plataforma intermédia antes da inserção do Brasil na economia global. Face a este contexto, considerou-se oportuno revisitar a política externa brasileira em paralelo com...

  15. Política de defesa, política externa e grande estratégia do Brasil

    Seabra, Pedro
    Esta análise oferece uma perspetiva comparada das diferentes orientações estratégicas publicadas pelo Brasil na última década, com implicações ao nível do sector de defesa. O objetivo último consiste em identificar alterações concretas recentes no planeamento estratégico brasileiro que sustentem a pretensão oficial de uma aproximação crescente entre os propósitos das políticas externa e de defesa nacionais.

  16. A inserção do Brasil na economia global : da procura da autossuficiência à estratégia de diversificação

    Cadete, Joaquim
    Ao longo dos últimos anos o Brasil tem vindo a afirmar-se no panorama internacional como uma das potências emergentes. Tal facto não é uma decorrência do acaso mas antes o resultado da implementação de uma visão estratégia de longo prazo para a qual a política externa brasileira foi determinante. Os esforços da diplomacia brasileira em torno da promoção do Mercosul e do conceito de América do Sul foram elementos constituintes desta iniciativa que visou a criação de uma plataforma intermédia antes da inserção do Brasil na economia global. Face a este contexto, considerou-se oportuno revisitar a política externa brasileira em paralelo...

  17. Economia da Defesa Nacional

    Ferreira, Marco Capitão
    A Economia de Defesa, com os seus múltiplos vetores de complexidade, está relativamente pouco estudada em Portugal. O presente estudo propõe-se abordar alguns desses vetores a partir de quatro perspetivas. Em primeiro lugar, caracterizar e enquadrar a nível europeu a Base Tecnológica e Industrial da Defesa em Portugal. Em segundo lugar, compreender e enunciar os dados das Finanças Públicas na área da Defesa, que condicionam a um tempo a capacidade de investimento e de operação. Em terceiro lugar, analisar aprofundadamente o regime jurídico da contratação pública, instrumental para um mercado eficiente e funcional quer da perspetiva da indústria de defesa quer...

  18. Novo século, novas guerras assimétricas? Origem, dinâmica e resposta a conflitos não-convencionais como a guerrilha e o terrorismo

    Reis, Bruno Cardoso
    As bases de dados de conflitos armados mostram que as guerras convencionais entre Estados se tornaram cada vez mais raras, e os conflitos irregulares e assimétricos ganharam grande peso relativo desde 1945. As derrotas das campanhas de contrainsurreição dos EUA no Vietname (1965-1975) e da URSS no Afeganistão (1979-89) também mostram que neste tipo de conflitos é possível a vitória de atores mais fracos com impacto significativo na política global. O que aponta para este paradoxo central: como é que um David pode derrotar um Golias? É, portanto, indispensável analisar os desafios de conflitos de tipo não-convencional, as ameaças assimétricas representadas...

  19. II Seminário IDN Jovem

    Mendes, João Mendes; Guimarães, Márcio Ferreira; Constantino, Pedro; Sousa, Pedro Ponte e; Liberato, Catarina Liberato; Weiland, Cristhofer; Pandi, Danilo de Mauro; Rabello, Natália Fonseca; Silveira, João; Almeida, Elsa de; Sousa, Guilherme; Abel, Ricardo; Almeida, Claudia; Tomassoni, Franco; Camacho, Pedro Camacho; Coelho, Larissa Araújo; Couto, Vanessa; Oliveira, Maria Alice; Moreira, Ana; Boçon, Mariana; Gonçalves, Rita; Cardoso, Ricardo; Pereira, Timaretha; Henriques, Lisa; Vieira, Maurício; Costa, Cristina Filipa Jesus; Morais, Débora Gameiro; Teles, Gessica Elaine de Souza; Oliveira, Rute Pelége de
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  20. Geopolitics of energy and energy security

    Fernandes, Carla Patrício; Rodrigues, Teresa Ferreira
    info:eu-repo/semantics/publishedVersion

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