Recursos de colección

Repositório Comum (25.459 recursos)

É um repositório para instituições de ensino e investigação produtoras de literatura científica cuja dimensão ainda não justifica a criação de um repositório próprio. Permite integrar instituições, grupos ou indivíduos na infra-estrutura do projecto, nomeadamente através das pesquisas do Portal RCAAP e da B-On.

Mostrando recursos 1 - 20 de 44

  1. D. António Luís de Sousa : 2.º Marquês das Minas

    Leal, João Luís Rodrigues
    D. António Luís de Sousa foi um dos mais eminentes protagonistas da história militar de Portugal, pois obteve feitos inigualáveis, não devendo a formação de sucessivas gerações de líderes ser alheia a tão insigne figura. 0 2º Marquês das Minas, como militar e como patriota, constituiu-se como arquétipo de referência e exemplo de generosidade, coragem, honra e engenho; qualidades que ainda hoje cunham os melhores vultos da nossa história. Que a personalidade de D. António Luís de Sousa deixe esculpido no vosso curso um vinculo indissipável que sirva de catalizador de coesão e camaradagem, e que a evocação do seu exemplo...

  2. Evolução do pensamento estratégico

    Borges, João Vieira
    A Estratégia é estudada e aplicada diariamente em Portugal, nos E.U.A., na China, na Rússia, na União Europeia, nas grandes empresas de Tóquio a Berlim, enfim, em diferentes unidades políticas e "organizações" que têm em comum a necessidade de possuírem bons líderes para atingirem os seus objectivos, sejam eles de âmbito político, militar ou empresarial. Talvez esta seja uma explicação para o facto dos estudiosos e os "homens de acção" encontrarem a Estratégia em obras e pensadores de referência, oriundos de vários espaços e tempos, com formas de pensar tão diferentes como Sun Tzu e Clausewitz. Para o General Abel Cabral...

  3. Da Segunda Guerra Mundial à Guerra Colonial

    Borges, João Vieira
    A honra do desafio que nos foi lançado pela direcção do IDN, tem "atrelada" uma responsabilidade acrescida pelo simples facto de desempenharmos, simultaneamente, as funções de membro da comissão de organização do seminário e as funções de professor regente da disciplina de "Historia do Pensamento Estratégico" no âmbito do Mestrado em História Militar, na Academia Militar. No entanto, a tarefa foi de algum modo facilitada pelas pistas implícitas nos trabalhos de Hervé Coutau-Bégarie e, em particular, na sua obra Tratado de Estratégia, mas sobretudo pelos estudos recentes de António Horta Fernandes e de António Paulo Duarte. Depois de constatarmos que durante...

  4. As Forças Armadas na Segurança Interna: Mitos e Realidades

    Borges, João Vieira
    A abordagem do tema "Forças Armadas na Segurança Interna", numa altura marcada por fortes constrangimentos financeiros e económicos, pela discussão das grandes opções do Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN 2013) e pela reforma da Defesa Nacional, constitui um desafio aliciante com carácter de oportunidade. Efectivamente constitui um desafio, em especial para um militar profissional que também é académico, porque obriga à contraposição da praxis da actuação das Forças Armadas Portuguesas (FA) em missões de Segurança Interna (SI) numa perspectiva de colaboração das FA com as Forças e Serviços de Segurança (FSS), em alternativa a uma visão mais legalista e politizada,...

  5. General Tomás António Garcia Rosado (1864-1937)

    Telo, António José
    (...) A acção de Garcia Rosado no Estado Maior na primeira década da sua carreira leva a que seja considerado um dos mais prometedores oficiais da sua geração. (...) Garcia Rosado é um dos generais com mais prestígio no Exército nos anos vinte, sendo à sua volta e de Sinel de Cordes que se reconstitui o núcleo que corresponde, em larga medida, ao comando final do CEP. (...) Em 1934, Garcia Rosado passa à reforma. Morre em Sintra, a 30 de Agosto de 1937, com 73 anos. Portugal perdia o melhor general da sua geração, o pensador, o diplomata, o...

  6. General João Crisóstomo de Abreu e Sousa (1811-1895)

    Silva, Albano Manuel Claro Azevedo da
    De João Crisóstomo de Abreu e Sousa, procuraremos. citar os factos mais notáveis da sua brilhante carreira, que o ilustram como um chefe militar e cidadão de reconhecido prestígio. Esta influente personagem, cumpriu com extrema dignidade e notável acerto as mais difíceis e complexas missões, quer combatendo na guerra, quer organizando, dirigindo e estimulando na paz. Notabilizou-se pelos seus altos méritos, a sua verdadeira estatura moral, coragem e a aceitação de todas as responsabilidades, por mais pesadas e graves que elas fossem. A sua carreira singular, sempre o exemplo da dedicação para tudo pronta, de quem tudo faz por espontânea determinação, revelou-nos uma...

  7. General Fernando Tamagnini de Abreu e Silva (1856-1924)

    Rita, Fernando Manuel da Silva
    A vida e a carreira militar do general Fernando Tamagnini de Abreu e Silva, será uma referência para os Cadetes-Alunos que ingressam na Academia Militar, no ano letivo 2012-2013, curso para o qual foi designado como Patrono. Além das virtudes militares demonstradas em combate durante a Primeira Guerra Mundial, onde foi comandante do Corpo Expedicionário Português, Fernando Tamagnini de Abreu e Silva, distinguiu-se também como um chefe exemplar, pela sua competência técnica, sentido de responsabilidade e o seu exemplo de ética, a par da sua coerência e lealdade, para com os valores e princípios em que acreditava. Quem foi então este oficial,...

  8. Resumo histórico da Academia Militar

    Borges, João Vieira
    A História da Escola do Exército e da Academia Militar lega-nos exemplos ímpares de um acompanhamento do que de melhor se fazia e faz na Europa e, simultaneamente, de um cuidado permanente na adaptação à especificidade nacional, factores facilmente traduzidos nas sucessivas gerações de líderes nacionais que, ao longo de mais de duzentos e treze anos, construíram o forte lastro histórico de que todos nos honramos. E, entre as suas tradições, encontramos os Patronos dos diferentes cursos, que desde 1953 constituem Tradição e factor de Coesão de sucessivas gerações de jovens oficiais marcados pelo ideal de servir Portugal.

  9. Patronos da Escola do Exército e da Academia Militar : Tradição e Coesão

    Borges, João Vieira
    A Escola do Exército (EE) e a Academia Militar (AM), como instituições militares de ensino superior do nosso País, foram e continuam a ser possuidoras das mais vastas e nobres tradições, que se enraízam na existência da própria instituição militar e nos fundamentos de Portugal como soberano. Formadoras de sucessivas gerações de líderes (homens e mulheres, civis e militares destinados aos três ramos das Forças Armadas e, mais recentemente, à GNR), que foram e são protagonistas da própria História de Portugal, contribuíram e continuarão a contribuir para a consolidação de uma verdadeira "armadura espiritual" do Estado. A presente obra representa uma...

  10. Subsídios para o Portugal militar do Amistício ao tratado de paz de Versalhes

    Borges, João Vieira
    Transmitir uma visão do Portugal Militar no pós Grande Guerra (GG), entre o Armistício, a II de Novembro de 1918, e a assinatura do Tratado de Paz de Versalhes, a 28 de Junho de 1919, constitui o objectivo a que nos propomos, desiderato ainda mais aliciante, pelo facto da maioria dos historiadores desenvolver essencialmente o antes e o durante a GG, quer em termos cronológicos, quer em termos políticos, económicos e sociais. Este período de cerca de sete meses, engloba acontecimentos políticos, económicos e sociais de tal modo importantes e consequentes, como o assassinato de Sidónio Pais, a "Monarquia do Norte",...

  11. Portugal militar no início do século XIX

    Borges, João Vieira
    Como comandante do Regimento de Artilharia Antiaérea nº 1, que ocupa as instalações do Palacete da Arcada em Queluz, mandado construir por D. João VI, é com redobrada satisfação que abordo o Portugal Militar no início do Século XIX, afinal o período em que o primeiro dos meus antecessores se debatia com os problemas inerentes à instalação de uma Guarda Real de Infantaria e Cavalaria que protegesse a família Real, que tinha o Palácio de Queluz como residência oficial desde o incêndio na barraca real da Ajuda. O período que vou de seguida analisar em termos do Portugal Militar no início...

  12. A Batalha de Almanza : O sangue da afirmação de Portugal

    Borges, João Vieira
    A 25 de Abril de 1707, um exército Aliado de cerca de 16.000 homens, sob o comando do 2º marquês das Minas e do conde de Galway foi derrotado em Almansa, no âmbito da Guerra da Sucessão de Espanha (GSE), por um exército com cerca de 25.400 homens sob o comando do duque de Berwick, designado Exército das Duas Coroas. Depois de um sucesso grandioso para os aliados, com a conquista de Madrid a 28 de Junho de 1706 ainda com D. Pedro 11 no trono de Portugal, D. João V iniciava o seu reinado com uma derrota militar que,...

  13. Respigar a estratégia nacional entre os séculos XVI a XIX

    Borges, João Vieira
    Em jeito de introdução analítica a um período que compreende cerca de trezentos anos da História de Portugal e que abarca nove pensadores e obras publicadas entre os séculos XVI e XIX (felizmente, muitas outras obras se fizeram...), iremos, muito resumidamente, caracterizar as grandes linhas da Estratégia Nacional nestas centúrias. (…) As opções estratégicas que a seguir sintetizamos não são mais do que as grandes linhas de força em torno da Pena e da Espada, esboços de coação (de índole político-diplomática e militar) facilmente perceptíveis. Tentaremos, deste modo, identificar os objectivos nacionais relativamente a períodos distintos, mas focados pelos nossos...

  14. O Terrorismo e a Transformação do Planeamento Estratégico de Segurança Nacional dos EUA

    Borges, Jõao Vieira,
    Este artigo faz a associação entre o terrorismo Transnacional e a Transformação que se vem verificando no planeamento estratégico de segurança nacional dos EUA desde o 11 de Setembro. O autor começa por caracterizar o planeamento estratégico americano, descrevendo os objectivos de cada um dos doze documentos analisados. Identifica, ainda, a hierarquia entre os diferentes documentos e a sua evolução em termos de pensamento estratégico. Justifica depois a relação entre o combate ao Terrorismo Transnacional e a transformação no planeamento estratégico dos EUA, que deu lugar à multiplicação de novas estratégias nacionais de cariz pragmático, funcional e conjuntural. Termina com...

  15. O Terrorismo e a Transformação do Planeamento Estratégico de Segurança Nacional dos EUA

    Borges, João Vieira
    Este artigo faz a associação entre o Terrorismo Transnacional e a transformação que se vem verificando no planeamento estratégico de segurança nacional dos EUA desde o 11 de Setembro. O autor começa por caracterizar o planeamento estratégico americano, descrevendo os objectivos de cada um dos doze documentos analisados. Identifica, ainda, a hierarquia entre os diferentes documentos e a sua evolução em termos de pensamento estratégico. Justifica depois a relação entre o combate ao Terrorismo Transnacional e a transformação no planeamento estratégico dos EUA, que deu lugar à multiplicação de novas estratégias nacionais de cariz pragmático, funcional e conjuntural. Termina com...

  16. D. Miguel Pereira Forjaz

    Vieira Borges, Jõao,
    N/A

  17. D. Miguel Pereira Forjaz

    Borges, João Vieira
    N/A

  18. General António Xavier Correia Barreto

    Rosado, David Miguel Pascoal
    Comemorando-se no corrente ano de 2010 o Centenário da República Portuguesa, foi com grande oportunidade que para o ano lectivo 2010/2011, a Academia Militar escolheu para Patrono dos seus cursos de entrada, o General António Xavier Correia Barreto. O General Correia Barreto foi um dos mais insignes militares que este País teve e, acima de tudo, foi um símbolo da defesa constante da Democracia e da própria República. Inventor da Pólvora Barreto, uma pólvora sem fumo de óptima qualidade e que tantos méritos científicos e elevada economia de recursos financeiros concedeu a Portugal, este oficial desempenhou cargos tão diversos como Director do Arsenal do Exército, Comandante da...

  19. Capitão André Furtado de Mendonça

    Rei, João Carlos Martins
    “Durante todo o século XVI e princípio do século XVII, “Portugueses de ouro” conseguiram o milagre de manter o domínio português do Oceano Índico inviolado, fosse pelas forças navais persas, turcas, indianas e chinesas, fosse pelas forças navais das potências europeias, como por exemplo as da Holanda. Essencialmente, o sucesso português no Índico assentou no esforço, na estrutura moral e ética e na liderança de homens como André Furtado Mendonça.” - "André Furtado de Mendonça, um exemplo Português”, pág. 31, in Revista da Armada, nº 394, Fevereiro de 2006. Não é o milagre de manter o domínio português do Oceano...

  20. Tenente-General de Artilharia e Engenheiro Mor Luís Serrão Pimentel (1613-1679)

    Sousa, Pedro Alexandre Marcelino Marquês de
    A Academia Militar, herdeira da Lição de Artilharia e Esquadria (1641) e da Aula de Fortificação e Arquitectura Militar (1647), dirigidas por Luís Serrão Pimentel, evoca os quatro séculos do nascimento deste académico e militar, designando-o Patrono do curso de entrada na Academia Militar no ano letivo 2014-2015, revelando aos novos Cadetes Alunos, as facetas inspiradoras da sua vida e obra, como militar e académico. O Tenente-General de Artilharia, Cosmógrafo e Engenheiro Mor do Reino, Luís Serrão Pimentel, nasceu em Lisboa na freguesia de Santa Justa em 4 de Fevereiro de 1613 e faleceu na mesma cidade em 13 de Julho de 1679. Era filho de Ana Tovar e...

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