Recursos de colección

Repositorio da Universidade dos Açores (9.269 recursos)

O Repositório Institucional da Universidade dos Açores desenvolvido no âmbito do projecto RCAAP.

Unidades e Núcleos Especializados de I&D

Mostrando recursos 1 - 20 de 208

  1. EAACE : um instrumento para a psicologia escolar

    Tavares, Marta Januário; Caldeira, Suzana Nunes; Silva, Osvaldo
    3º Congresso da Ordem dos Psicólogos Portugueses, 28 de setembro a 1 de outubro de 2016 (Acta).

  2. Atas do II Encontro Internacional de Jovens Investigadores : JOIN 2017

    Lima, Jorge Manuel Ávila, Org.; González, Pedro Francisco, Org.; Batista, Maria da Graça Câmara, Org.; Soares, António O., Org.; Sousa, Áurea, Org.; Silva, Osvaldo, Org.
    II Encontro Internacional de Jovens Investigadores, "JOIN 2017". Ponta Delgada, Universidade dos Açores, 19 e 20 de abril de 2017.

  3. Jovens açorianos e a recente crise económica: (e)migrar é solução?

    Rocha, Gilberta Pavão Nunes; Mendes, Derrick
    Desde os finais do século XIX que a emigração açoriana teve como principal destino o continente norte-americano: os EUA e a partir dos anos 50 do século XX também o Canadá. Foi uma emigração não qualificada, como acontecia com a generalidade da população então residente no arquipélago, que serviu os interesses destes países no seu processo de desenvolvimento industrial e conduziu a uma diminuição e envelhecimento prematuro da população das ilhas açorianas, de forma mais acentuada nos anos 60 e 70 da centúria passada. As enormes transformações ocorridas não só nos países de destino, mas também na região de origem,...

  4. Jovens e emprego : tipologia de inserções profissionais

    Palos, Ana Cristina; Diogo, Fernando; Silva, Osvaldo
    As transformações económicas das últimas décadas têm produzido fortes impactos na situação social dos jovens. Neste capítulo caraterizamos os percursos profissionais de jovens açorianos (n=432) procurando aferir o grau de precariedade presente nesses percursos mediante a caraterização das condições em que os jovens exercem as suas atividades profissionais, designadamente, vínculos contratuais, oportunidades de promoção profissional, rendimento auferido e horário de trabalho. Mediante o cruzamento destas variáveis com as caraterísticas sociográficas dos inquiridos, apresentamos uma tipologia das inserções profissionais que enunciam diferentes configurações da precariedade laboral. As clivagens que o género, a idade e as qualificações académicas introduzem nestes processos comprovam...

  5. Relações interpessoais entre Jovens. Que exemplo oferecem os media?

    Tavares, Marta; Cabral, Filipa; Caldeira, Suzana Nunes; Silva, Osvaldo
    Neste trabalho apresentam-se resultados sobre modos de relação entre jovens e interpretam-se os mesmos à luz do que a literatura da especialidade sugere em termos da influência das mensagens veiculadas pelos Media na atualidade. Enquanto alguns autores defendem que os Media aproximam os jovens, fazendo despertar perceções e situações vividas no quotidiano, outros referem que os Media contribuem nefastamente para as relações entre jovens, despoletando situações conflituosas e de cariz violento, conduzindo a uma banalização e normalização da violência. O estudo foi realizado tendo por base 455 alunos das escolas da ilha de São Miguel, de ambos os sexos, do...

  6. A relação entre os jovens e a rede social Facebook

    Rocha, Carla; Ponte, Solange; Caldeira, Suzana Nunes
    Este capítulo apresenta resultados de um trabalho com população juvenil que envolveu a construção coletiva de duas páginas de facebook. A criação destas páginas teve como objetivo propiciar o sentimento de pertença ao grupo, facilitar a comunicação regular entre os membros do grupo e estimular a participação cívica, a partir da partilha experiências e discussão de assuntos atuais. O grupo de jovens insere-se num Projeto de Promoção e Desenvolvimento de Competências para a Vida.

  7. Desemprego e inatividade juvenil

    Palos, Ana Cristina Pires; Diogo, Fernando; Silva, Osvaldo
    Um dos impactos estruturais mais profundos resultantes da crise económica atual é o desemprego, em geral, e o juvenil, em particular. As dificuldades de inserção dos jovens no mercado de trabalho são de tal forma significativas, em especial a partir de 2008, que poderemos estar a assistir a uma alteração do perfil-tipo dos desempregados de longa duração que, nos anos 80 do século XX, apontava para desempregados mais idosos e pouco escolarizados. No presente capítulo pretendemos identificar, nas trajetórias profissionais dos jovens, os períodos de desemprego e a sua duração, bem como caraterizar as redes de suporte com que podem...

  8. Percursos profissionais dos jovens

    Palos, Ana Cristina Pires; Silva, Osvaldo; Diogo, Fernando
    As complexas transformações que, ao longo das últimas décadas, têm atravessado os mercados de emprego produziram importantes impactos nas relações da juventude com o trabalho. Nas sociedades atuais, e particularmente no contexto europeu, esta relação parece balizada pela incerteza e pela reversibilidade dos processos de inserção profissional e de autonomização e emancipação familiar. Neste capítulo procedemos à reconstrução das trajetórias de emprego de jovens açorianos, entre os 15 e os 34 anos, que se encontram em diferentes momentos das suas trajetórias profissionais. Como se caraterizam estas trajetórias e os percursos profissionais destes jovens? Os dados analisados comprovam que a relação...

  9. Juventude açoriana e o mundo do trabalho

    Diogo, Fernando; Palos, Ana Cristina Pires; Diogo, Ana Matias; Tomás, Licínio Manuel Vicente; Silva, Osvaldo
    Este livro resulta de um estudo onde se procura compreender o modo como se processa a relação com o mundo do trabalho dos jovens açorianos. Em particular, são destacados a transição escola-trabalho, os diversos tipos de de relação com o emprego e desemprego (em termos de trajetória), a relação com a escolaridade e a formação profissional, bem como as atitudes e aspirações face ao trabalho e ao emprego. Se, em geral, a relação com o mundo do trabalho é uma componente fundamental da vida dos indivíduos, da sua identidade social e da sua posição social, no caso dos jovens apresenta...

  10. Juventude(s) : pensar e agir

    Rocha, Gilberta Pavão Nunes, Org.; Lalanda-Gonçalves, Rolando, Org.; Medeiros, Pilar Damião, Org.
    A juventude é um excitante poderosíssimo do imaginário ocidental, tão mais mobilizado quanto envelhecidas demograficamente se encontram as sociedades, como um capital que encontra na escassez as condições da sua intrínseca valorização. Por isso, importa cada vez mais superar a abordagem «espontânea» da juventude como problema social e construir histórica e sociologicamente o objeto juventude, através da multiplicação de estudos empíricos que desmontam o mito, contribuindo, por sucessivas e cumula¬tivas aproximações, para o conhecimento da multidimensionalidade desta categoria que é também uma heurística que perscruta a materialidade de um conjunto de práticas que reivindicam os seus sujeitos e as suas...

  11. Domingos Rebêlo em 10 pinceladas

    Simas, Rosa Neves, Coord.
    Após a análise de como a açorianidade e a identidade insular assentam na conjugação entre a natureza das ilhas e a cultura açoriana, entre a geografia física e a história humana, este capítulo apresenta a obra do Pintor Domingos Rebêlo, no contexto do Turismo de Natureza e Cultura, como proposta de creative tourism para o sector turístico nos Açores.

  12. Açorianidade e a obra de Domingos Rebêlo

    Simas, Rosa Neves; Caldeira, Suzana Nunes
    No ano em que Vitorino Nemésio criou o termo açorianidade (1932), o pintor Domingos Rebêlo, com 20 anos de atividade e regressando dos seus estudos em Paris, prosseguia com a sua intensa obra, traduzindo a mundividência açoriana através da tela. Inicialmente uma referência pessoal nemesiana, o termo açorianidade, no trabalho de estudiosos como António Machado Pires, veio a assumir um significado mais amplo, correspondendo hoje a uma noção de identidade coletiva. No presente trabalho interpreta-se a obra de Domingos Rebêlo à luz desse conceito característico da cultura açoriana, conjugando as noções de identidade provindas da análise discursiva, dos estudos culturais,...

  13. Frances Dabney e Samuel Longfellow : A natureza dos Açores numa perspetiva feminista e ecocrítica

    Simas, Rosa Neves
    As palavras de Susan Gubar, nome incontornável da crítica feminista, são a clara expressão do espírito em que se tem movido o feminismo, corrente essencialmente ativista no seu início, no século XIX, que evoluiu no século XX para abranger várias correntes teórico-críticas - e que continua a evoluir no século XXI. Susan Gubar o diz: "our job is not yet done e temos que continuar a utilizar as nossas capacidades interpretativas para virar do avesso os sinais desorientadores do nosso tempo". Foi esta evolução ao longo do tempo que levou o feminismo a debruçar-se, nas últimas duas décadas, sobre um...

  14. A vez e a voz da mulher : relações e migrações

    Simas, Rosa Neves
    O que dizem as Vozes de Mulheres, de ontem e de hoje, falando da experiência da migração e da sociedade portuguesa, das suas vidas e relações, dos direitos dos animais e das manifestações da natureza dos Açores? Qual é a presença da mulher na correspondência trocada entre e/imigrantes portugueses no Brasil, entre 1890 e 1950. E na atualidade, qual a presença feminina no mundo cybernáutico da Internet e no uso das novas tecnologias pelas crianças? Qual é o papel da mulher em duas tradições açorianas - as romarias quaresmais de São Miguel e as Festas do Espírito Santo - e...

  15. Dando Voz à Mulher Migrante : A Hibridação de Feminismo e o Estudo da Migração

    Simas, Rosa Neves
    III Encontro Mundial Mulheres na Diáspora (Expressões femininas da cidadania), 24/25 Outubro 2013, Palácio das Necessidades, Lisboa.

  16. A mulher migrante açoriana na Califórnia : diversidade numa cultura comum

    Simas, Rosa Neves
    Encontro mundial de mulheres portuguesas na diáspora, 24-26 Novembro 2011, Fórum da Maia.

  17. Paisagens naturais e culturais : Domingos Rebêlo no turismo

    Simas, Rosa Neves
    Após a análise de como a açorianidade e a identidade insular assentam na conjugação entre a natureza das ilhas e a cultura açoriana, entre a geografia física e a história humana, este capítulo apresenta a obra do Pintor Domingos Rebêlo, no contexto do Turismo de Natureza e Cultura, como proposta de creative tourism para o sector turístico nos Açores.

  18. Perspetivas sobre a natureza dos Açores : Uma abordagem ecocrítica e feminista

    Simas, Rosa Neves
    A natureza dos Açores tem sido amplamente estudada no seio das ciências naturais, ao contrário do que tem acontecido nos estudos socioculturais. Contrapondo a esta situação, o presente artigo faz uma análise ecocrítica e feminista das atitudes face à natureza que surgem no contexto da sociedade atual, através do estudo comparativo GenARE: Generations of Azoreans and Renewable energy, e no âmbito da cultura açoriana, através do romance Mau Tempo no Canal, obra prima da escrita açoriana, como o próprio título indica, aponta para a vitalidade da natureza das ilhas.

  19. Gerações face às questões ambientais nos Açores e nas comunidades

    Simas, Rosa Neves
    O subtítulo desta publicação - Gerações e Migrações conjuga duas dimensões conceptuais e fundamentais da experiência humana: a dimensão temporal, que sustenta o próprio conceito de "gerações", e a dimensão espacial, que está subjacente condiciona toda a dinâmica das "migrações". A conjugação destas duas dimensões - tempo e espaço - foi o sustento matricial do Projeto GenARE (Generations of Azoreans and Renewable Energy), que permitiu apurar os resultados apresentados e analisados no presente texto, que compara as perspetivas e atitudes, perante as questões ambientais e energéticas, da geração jovens e da geração avós nos Açores, com as representações e atitudes...

  20. A voz dos avós : gerações e migrações

    Simas, Rosa Neves, Coord.
    Este livro reúne uma série de estudos sobre o papel e a realidade da geração avós em contexto das comunidades migrantes portuguesas, na família e na sociedade, no presente e no passado. Os textos estão organizados em Parte 1: Gerações, Valores e Identidade; Parte 2: Envelhecimento na Família e nas Instituições; Parte 3: Migração e Comunicação entre Gerações.

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