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  1. Tratamento da dor em queimados

    Rodrigo José Alencar de Castro; Plínio Cunha Leal; Rioko Kimiko Sakata
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos avanços, ainda é observado manejo analgésico inadequado dos pacientes com queimaduras. O objetivo desta revisão foi coletar dados sobre tratamento da dor em queimados. CONTEÚDO: Foi feita revisão sobre os mecanismos de dor, avaliação do paciente com queimadura e o tratamento farmacológico e não farmacológico. CONCLUSÕES: O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio por parte da equipe multiprofissional. A avaliação frequente e contínua da resposta apresentada pelo paciente é muito importante, tendo em vista os vários momentos por que passa o paciente internado em decorrência de uma queimadura, além...

  2. Tratamento da dor em queimados

    Rodrigo José Alencar de Castro; Plínio Cunha Leal; Rioko Kimiko Sakata
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos avanços, ainda é observado manejo analgésico inadequado dos pacientes com queimaduras. O objetivo desta revisão foi coletar dados sobre tratamento da dor em queimados. CONTEÚDO: Foi feita revisão sobre os mecanismos de dor, avaliação do paciente com queimadura e o tratamento farmacológico e não farmacológico. CONCLUSÕES: O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio por parte da equipe multiprofissional. A avaliação frequente e contínua da resposta apresentada pelo paciente é muito importante, tendo em vista os vários momentos por que passa o paciente internado em decorrência de uma queimadura, além...

  3. Tratamento da dor em queimados

    Rodrigo José Alencar de Castro; Plínio Cunha Leal; Rioko Kimiko Sakata
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos avanços, ainda é observado manejo analgésico inadequado dos pacientes com queimaduras. O objetivo desta revisão foi coletar dados sobre tratamento da dor em queimados. CONTEÚDO: Foi feita revisão sobre os mecanismos de dor, avaliação do paciente com queimadura e o tratamento farmacológico e não farmacológico. CONCLUSÕES: O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio por parte da equipe multiprofissional. A avaliação frequente e contínua da resposta apresentada pelo paciente é muito importante, tendo em vista os vários momentos por que passa o paciente internado em decorrência de uma queimadura, além...

  4. Tratamento da dor em queimados

    Rodrigo José Alencar de Castro; Plínio Cunha Leal; Rioko Kimiko Sakata
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos avanços, ainda é observado manejo analgésico inadequado dos pacientes com queimaduras. O objetivo desta revisão foi coletar dados sobre tratamento da dor em queimados. CONTEÚDO: Foi feita revisão sobre os mecanismos de dor, avaliação do paciente com queimadura e o tratamento farmacológico e não farmacológico. CONCLUSÕES: O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio por parte da equipe multiprofissional. A avaliação frequente e contínua da resposta apresentada pelo paciente é muito importante, tendo em vista os vários momentos por que passa o paciente internado em decorrência de uma queimadura, além...

  5. Tratamento da dor em queimados

    Rodrigo José Alencar de Castro; Plínio Cunha Leal; Rioko Kimiko Sakata
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos avanços, ainda é observado manejo analgésico inadequado dos pacientes com queimaduras. O objetivo desta revisão foi coletar dados sobre tratamento da dor em queimados. CONTEÚDO: Foi feita revisão sobre os mecanismos de dor, avaliação do paciente com queimadura e o tratamento farmacológico e não farmacológico. CONCLUSÕES: O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio por parte da equipe multiprofissional. A avaliação frequente e contínua da resposta apresentada pelo paciente é muito importante, tendo em vista os vários momentos por que passa o paciente internado em decorrência de uma queimadura, além...

  6. Tratamento da dor em queimados

    Rodrigo José Alencar de Castro; Plínio Cunha Leal; Rioko Kimiko Sakata
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos avanços, ainda é observado manejo analgésico inadequado dos pacientes com queimaduras. O objetivo desta revisão foi coletar dados sobre tratamento da dor em queimados. CONTEÚDO: Foi feita revisão sobre os mecanismos de dor, avaliação do paciente com queimadura e o tratamento farmacológico e não farmacológico. CONCLUSÕES: O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio por parte da equipe multiprofissional. A avaliação frequente e contínua da resposta apresentada pelo paciente é muito importante, tendo em vista os vários momentos por que passa o paciente internado em decorrência de uma queimadura, além...

  7. Tratamento da dor em queimados

    Rodrigo José Alencar de Castro; Plínio Cunha Leal; Rioko Kimiko Sakata
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos avanços, ainda é observado manejo analgésico inadequado dos pacientes com queimaduras. O objetivo desta revisão foi coletar dados sobre tratamento da dor em queimados. CONTEÚDO: Foi feita revisão sobre os mecanismos de dor, avaliação do paciente com queimadura e o tratamento farmacológico e não farmacológico. CONCLUSÕES: O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio por parte da equipe multiprofissional. A avaliação frequente e contínua da resposta apresentada pelo paciente é muito importante, tendo em vista os vários momentos por que passa o paciente internado em decorrência de uma queimadura, além...

  8. Tratamento da dor em queimados

    Rodrigo José Alencar de Castro; Plínio Cunha Leal; Rioko Kimiko Sakata
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos avanços, ainda é observado manejo analgésico inadequado dos pacientes com queimaduras. O objetivo desta revisão foi coletar dados sobre tratamento da dor em queimados. CONTEÚDO: Foi feita revisão sobre os mecanismos de dor, avaliação do paciente com queimadura e o tratamento farmacológico e não farmacológico. CONCLUSÕES: O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio por parte da equipe multiprofissional. A avaliação frequente e contínua da resposta apresentada pelo paciente é muito importante, tendo em vista os vários momentos por que passa o paciente internado em decorrência de uma queimadura, além...

  9. Tratamento da dor em queimados

    Rodrigo José Alencar de Castro; Plínio Cunha Leal; Rioko Kimiko Sakata
    JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Apesar dos avanços, ainda é observado manejo analgésico inadequado dos pacientes com queimaduras. O objetivo desta revisão foi coletar dados sobre tratamento da dor em queimados. CONTEÚDO: Foi feita revisão sobre os mecanismos de dor, avaliação do paciente com queimadura e o tratamento farmacológico e não farmacológico. CONCLUSÕES: O manejo da dor em pacientes vítimas de queimaduras ainda é um desafio por parte da equipe multiprofissional. A avaliação frequente e contínua da resposta apresentada pelo paciente é muito importante, tendo em vista os vários momentos por que passa o paciente internado em decorrência de uma queimadura, além...

  10. Sufentanil intratecal para revascularização do miocárdio

    Caetano Nigro Neto; Jose Luiz Gomes do Amaral; Renato Arnoni; Maria Angela Tardelli; Giovanni Landoni
    Contexto: pacientes de cirurgia cardíaca submetidos a revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Objetivo: avaliar o efeito hemodinâmico da adição de sufentanil intratecal para anestesia geral. Desenho: estudo prospectivo, randômico e aberto, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Cenário: estudo monocêntrico feito no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo, Brasil. Pacientes: foram submetidos à revascularização eletiva 40 pacientes de ambos os sexos que assinaram o termo de consentimento informado. Critérios de exclusão: doença renal crônica, procedimentos de emergência, reoperações, contraindicação para raquianestesia, fração de ejeção do ventrículo esquerdo inferior a 40%, índice de massa corporal acima de...

  11. Sufentanil intratecal para revascularização do miocárdio

    Caetano Nigro Neto; Jose Luiz Gomes do Amaral; Renato Arnoni; Maria Angela Tardelli; Giovanni Landoni
    Contexto: pacientes de cirurgia cardíaca submetidos a revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Objetivo: avaliar o efeito hemodinâmico da adição de sufentanil intratecal para anestesia geral. Desenho: estudo prospectivo, randômico e aberto, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Cenário: estudo monocêntrico feito no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo, Brasil. Pacientes: foram submetidos à revascularização eletiva 40 pacientes de ambos os sexos que assinaram o termo de consentimento informado. Critérios de exclusão: doença renal crônica, procedimentos de emergência, reoperações, contraindicação para raquianestesia, fração de ejeção do ventrículo esquerdo inferior a 40%, índice de massa corporal acima de...

  12. Sufentanil intratecal para revascularização do miocárdio

    Caetano Nigro Neto; Jose Luiz Gomes do Amaral; Renato Arnoni; Maria Angela Tardelli; Giovanni Landoni
    Contexto: pacientes de cirurgia cardíaca submetidos a revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Objetivo: avaliar o efeito hemodinâmico da adição de sufentanil intratecal para anestesia geral. Desenho: estudo prospectivo, randômico e aberto, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Cenário: estudo monocêntrico feito no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo, Brasil. Pacientes: foram submetidos à revascularização eletiva 40 pacientes de ambos os sexos que assinaram o termo de consentimento informado. Critérios de exclusão: doença renal crônica, procedimentos de emergência, reoperações, contraindicação para raquianestesia, fração de ejeção do ventrículo esquerdo inferior a 40%, índice de massa corporal acima de...

  13. Sufentanil intratecal para revascularização do miocárdio

    Caetano Nigro Neto; Jose Luiz Gomes do Amaral; Renato Arnoni; Maria Angela Tardelli; Giovanni Landoni
    Contexto: pacientes de cirurgia cardíaca submetidos a revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Objetivo: avaliar o efeito hemodinâmico da adição de sufentanil intratecal para anestesia geral. Desenho: estudo prospectivo, randômico e aberto, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Cenário: estudo monocêntrico feito no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo, Brasil. Pacientes: foram submetidos à revascularização eletiva 40 pacientes de ambos os sexos que assinaram o termo de consentimento informado. Critérios de exclusão: doença renal crônica, procedimentos de emergência, reoperações, contraindicação para raquianestesia, fração de ejeção do ventrículo esquerdo inferior a 40%, índice de massa corporal acima de...

  14. Sufentanil intratecal para revascularização do miocárdio

    Caetano Nigro Neto; Jose Luiz Gomes do Amaral; Renato Arnoni; Maria Angela Tardelli; Giovanni Landoni
    Contexto: pacientes de cirurgia cardíaca submetidos a revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Objetivo: avaliar o efeito hemodinâmico da adição de sufentanil intratecal para anestesia geral. Desenho: estudo prospectivo, randômico e aberto, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Cenário: estudo monocêntrico feito no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo, Brasil. Pacientes: foram submetidos à revascularização eletiva 40 pacientes de ambos os sexos que assinaram o termo de consentimento informado. Critérios de exclusão: doença renal crônica, procedimentos de emergência, reoperações, contraindicação para raquianestesia, fração de ejeção do ventrículo esquerdo inferior a 40%, índice de massa corporal acima de...

  15. Sufentanil intratecal para revascularização do miocárdio

    Caetano Nigro Neto; Jose Luiz Gomes do Amaral; Renato Arnoni; Maria Angela Tardelli; Giovanni Landoni
    Contexto: pacientes de cirurgia cardíaca submetidos a revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Objetivo: avaliar o efeito hemodinâmico da adição de sufentanil intratecal para anestesia geral. Desenho: estudo prospectivo, randômico e aberto, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Cenário: estudo monocêntrico feito no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo, Brasil. Pacientes: foram submetidos à revascularização eletiva 40 pacientes de ambos os sexos que assinaram o termo de consentimento informado. Critérios de exclusão: doença renal crônica, procedimentos de emergência, reoperações, contraindicação para raquianestesia, fração de ejeção do ventrículo esquerdo inferior a 40%, índice de massa corporal acima de...

  16. Sufentanil intratecal para revascularização do miocárdio

    Caetano Nigro Neto; Jose Luiz Gomes do Amaral; Renato Arnoni; Maria Angela Tardelli; Giovanni Landoni
    Contexto: pacientes de cirurgia cardíaca submetidos a revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Objetivo: avaliar o efeito hemodinâmico da adição de sufentanil intratecal para anestesia geral. Desenho: estudo prospectivo, randômico e aberto, após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa. Cenário: estudo monocêntrico feito no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo, Brasil. Pacientes: foram submetidos à revascularização eletiva 40 pacientes de ambos os sexos que assinaram o termo de consentimento informado. Critérios de exclusão: doença renal crônica, procedimentos de emergência, reoperações, contraindicação para raquianestesia, fração de ejeção do ventrículo esquerdo inferior a 40%, índice de massa corporal acima de...

  17. Uso da papaína nos curativos feitos pela enfermagem

    Lina Monetta
    São apresentados os resultados obtidos com o uso da papaína em escaras e soluções de continuidade de outras etiologias. Mostra a ação bioquímica da papaína, as facilidades do seu uso e descreve desde sua experiência com o uso do mamão em lesões de pele e escaras, até a implantação de um curativo com papaína em dois importantes hospitais de São Paulo.

  18. Uso da papaína nos curativos feitos pela enfermagem

    Lina Monetta
    São apresentados os resultados obtidos com o uso da papaína em escaras e soluções de continuidade de outras etiologias. Mostra a ação bioquímica da papaína, as facilidades do seu uso e descreve desde sua experiência com o uso do mamão em lesões de pele e escaras, até a implantação de um curativo com papaína em dois importantes hospitais de São Paulo.

  19. Uso da papaína nos curativos feitos pela enfermagem

    Lina Monetta
    São apresentados os resultados obtidos com o uso da papaína em escaras e soluções de continuidade de outras etiologias. Mostra a ação bioquímica da papaína, as facilidades do seu uso e descreve desde sua experiência com o uso do mamão em lesões de pele e escaras, até a implantação de um curativo com papaína em dois importantes hospitais de São Paulo.

  20. Uso da papaína nos curativos feitos pela enfermagem

    Lina Monetta
    São apresentados os resultados obtidos com o uso da papaína em escaras e soluções de continuidade de outras etiologias. Mostra a ação bioquímica da papaína, as facilidades do seu uso e descreve desde sua experiência com o uso do mamão em lesões de pele e escaras, até a implantação de um curativo com papaína em dois importantes hospitais de São Paulo.

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