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Nomenclatura Unesco > (32) Ciencias Médicas > (3209) Farmacología > (3209.07) Fitofármacos

Mostrando recursos 1 - 7 de 7

1. Fármacos e fitoterápicos: a necessidade do desenvolvimento da indústria de fitoterápicos e fitofármacos no Brasil - Yunes,Rosendo A.; Pedrosa,Rozangela Curi; Cechinel Filho,Valdir
We discuss briefly the development and the present status of medicinal chemistry.

2. Determinación del efecto del extracto seco estandarizado de semilla de Vitis vinifera en la disfunción endotelial vascular de ratas inducida por concentraciones altas de glucosa. - Álvarez Lucero, Natalia; Solís Navarro, Lilian
El endotelio vascular tiene por función, la mantención de la homeostasis, y el control del tono vascular.

3. Determinación del efecto del extracto seco estandarizado de Vitis vinifera en la disfunción endotelial inducida por Clonixinato de lisina - Torres Castro, Rodrigo; Vera Uribe, Roberto
Las células endoteliales (CE) son responsables de la síntesis y liberación de sustancias vasoactivas ante un estímulo neuronal, hormonal o físico.

4. Aplicação de técnicas espectrométricas, cromatográficas e quimiométricas na avaliação da autenticidade de plantas utilizadas como fitoterápicos. - Cristina Daolio
A utilização dos fitoterápicos no mercado nacional tem se tornado crescentenas últimas décadas.

5. Desenvolvimento de formas farmacêuticas semisólidas contendo ácido caurenóico e avaliação da atividade antiinflamatória in vivo - Roseni Bortolon Grassi de Carli
O AC tem apresentado in vitro atividade tripanosomicida, antimicrobiana e antiinflamatória entre outras, sendo um composto com potencial aplicação no desenvolvimento de novos medicamentos.

6. Estudo do efeito do gel de alecrim pimenta (lippia sidoides) roeira (myracrodruon urundeuva) e seus princípios ativos isolados na doença periodontal experimental - Marco Antonio Botelho Soares
A periodontite se configura como um grave problema de saúde pública no mundo, sendo um importante fator de risco para doenças cardiovasculares contribuindo de sobremaneira na perda de dentes em adultos.

7. Avaliação da atividade de neutrófilos em ratos Wistar(Rattus norvegicus) tratados com quefir - Guilherme Pimenta de Padua Zolini
Este trabalho foi realizado nos laboratórios de Fitofármacos e Biologia e Fisiologia de Microrganismos da Universidade José do Rosário Vellano (UNIFENAS) com objetivo de avaliar alguns aspectos relacionados à atividade imunitária de neutrófilosem ratos tratados com que fir um probiótico composto por vários microrganismos Os ensaios foram realizados para se determinar o nível da citocina TNF-alpha recrutamento celular metabolismo celular consumo de oxigênio pelos neutrófilos formação de peróxido de hidrogênio pelos neutrófilos pesquisa de neutrófilos mieloperoxidase positivos e ensaio de titulação redox Os grupos foram formados por ratos Wistar albinos machos onde o grupo teste recebeu 1,0 mL de solução de quefir controle negativo 1,0 mL de solução salina (NaCl 0,9%) e controle positivo recebeu tocoferol (vit E) na dose de 100 mg/kg; nos ensaios de dosagem de TNF-alpha e recrutamento celular, contudo o controle positivo recebeu dexametasona na dose de 0,5 mg/kg por gavagem durante 7 dias exceto em ensaio redox onde grupos não foram formados por animais Os dados obtidos foram analisados por médias +- EPM seguindo teste de comparação de Student Newman Keuls (SNK) exceto para ensaio de respirometria que foi feito teste t de Student Foram encontradas diferenças significativas entre os grupos quefir e controle negativo nos ensaios de recrutamento celular (P<0,05) formação de peróxido de hidrogênio estimulado com ester de forbol (P<0,05) e identificação da mieloperoxidase (P<0,01) observando que ambos anteriormente citados apresentaram índices iguais ao controle positivo Para o ensaio de recrutamento celular os grupos quefir controle positivo e controle negativo apresentaram 12,0 +- 1,0 x 106 7,3 +- 1,4 x 106 e 17,2 +- 1,9 x 106 neutrófilos/mL respectivamente Já no ensaio de formação de peróxido de hidrogênio estimulado com ester de forbol os grupos quefir e controle positivo apresentaram médias de 1,46 +- 0,16 e 1,50 +- 0,22 femtomol/cel respectivamente não evidenciando diferença o controle negativo apresentou valor de 2,14 +- 0,18 femtomol/cel sendo considerado estatisticamente diferente ao grupo quefir No ensaio de identificação da mieloperoxidase o grupo quefir e controle positivo foram considerados iguais com índices de 54,8 +- 3,0 % e 47,3 +- 5,7 % respectivamente e diferentes do grupo controle negativo com índice de 74,0 +- 1,9 % MPO positivo Os demais ensaios não apresentaram efeitos significativos Concluiu-se que a ingestão do quefir foi capaz de diminuir o recrutamento de neutrófilos inibir a produção de H2O2 e sugere a diminuição da atividade de MPO nos neutrófilos.