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Nomenclatura Unesco > (51) Antropología

Mostrando recursos 161 - 180 de 15,846

161. Memoria visual. Producción y enseñanza de la antropología visual universitaria en México. Victoria Novelo y Everardo Garduño (coords.) Abismos Casa Editorial/ Universidad Autónoma de Baja California, México, 2014 - Isaac García Venegas

162. Una momia en el salón. Los museos anatómicos domésticos del doctor Velasco (1854-1874) - Sánchez Gómez, Luis Ángel
In this article we examine the two anatomical museums organized by Dr. Pedro González Velasco in his own homes in nineteenth-century Madrid. We analyze the circumstances that made possible the formation of the centers, which were related to the study and teaching of anatomy and to some Velasco’s political projects of regeneration and modernization of Spanish Medicine. We explore its collections (of anatomy, teratology, zoology, ethnography and “curiosities”) and we try to show how Velasco used his museums with both teaching and sociopolitical objectives. Finally, it is clear that without the formation of these little museums it would not have...

163. Sociologia moral das dependências motivadas: o caso da dependência amorosa - Patrick Pharo
Este artigo propõe um panorama do procedimento e dos métodos da sociologia moral, que se baseiam em uma etnofilosofia da existência social comum e em uma antropologia natural. A primeira parte do texto situa a sociologia moral em relação ao desenvolvimento contemporâneo das pesquisas empíricas sobre a ética, sobretudo no âmbito da psicologia experimental e evolucionista. A segunda parte apresenta alguns elementos de uma teoria das dependências motivadas aos prazeres e às recompensas, desenvolvida a partir do aporte das neurociências da adição e de pesquisas de campo sobre as condutas aditivas e as tentativas de restabelecimento. A terceira parte propõe...

164. Onde no mundo estão os valores? Exemplaridade, Moralidade e Processo Social - Joel Robbins
Este artigo constitui um ensaio sobre valores. Trata de aportar uma resposta social e psicologicamente realista à questão de onde as pessoas descobrem valores no mundo. Pretende ser uma contribuição aos crescentes debates antropológicos sobre a moral e sugere que o tema dos valores deve ser central nesses debates. Os valores, penso eu, são aquilo que, pelo menos em parte, nos levam a desejar fazer o bem. O que as pessoas de fato farão depende não só de como equilibram os desejos concorrentes despertados por diferentes valores, mas de como equilibram esses desejos com os sentimentos de dever que distintos...

165. Sustentabilidade entre interdisciplinaridade e propositividade: um olhar para artigos científicos em ecologia, economia, sociologia e antropologia - Roberto Donato da Silva Junior; Leila da Costa Ferreira; Thomas Michael Lewinsohn
O objetivo deste artigo é oferecer uma análise da produção científica sobre sustentabilidade em conjuntos de artigos das áreas de ecologia, economia, sociologia e antropologia, a partir de quinze dentre os vinte e cinco artigos mais citados no sítio ISI -Web of Science em cada ciência, entre 1990 e 2010. Observaram-se os arranjos conceituais que configuram o termo nessas ciências, para compreender como elas abordam os hibridismos - as interfaces "humanos/não humanos" e "ciência/política"- presentes nos discursos sobre sustentabilidade. A análise concentrou-se na tensão entre disciplinaridade e interdisciplinaridade no contexto de estabelecimento da relação entre artefato científico e propositividade política....

166. Os Contornos e o Entorno da Nova Sociologia da Moral - Steven Hitlin
Neste ensaio vou expor brevemente como vejo o desenvolvimento do campo da Sociologia da Moral, com foco em seu potencial fundamentalmente interdisciplinar, destacando os estudos e tradições que merecem ser incorporados à sociologia. A moral, como tema de investigação da ciência social, perpassa os campos da psicologia (social e do desenvolvimento), sociologia, antropologia, neurociências e economia. Aqueles entre nós implicados no seu desenvolvimento afirmam que ela serve de fundamento para toda a organização e interação social. Assumo, implicitamente, a posição do filósofo Charles Taylor e do sociólogo Christian Smith de que os seres humanos vivem envolvidos em teias de significados,...

167. Sobre o conceito de redes sociais e seus pesquisadores - Sônia Cristina Vermelho; Ana Paula Machado Velho; Valdecir Bertoncello
Este artigo é resultado de pesquisa realizada entre os anos de 2011 e 2013, cujo tema foi redes sociais. O problema de pesquisa era identificar o perfil da produção bibliográfica brasileira sobre o referido tema e possibilidades para uso desse espaço na promoção da saúde. Por se tratar de pesquisa de cunho exploratório e descritivo, não foram estabelecidas hipóteses iniciais. O estudo teórico permitiu identificar relações históricas do conceito com as ciências naturais e também com estudos da antropologia e da filosofia; porém evidenciou uma contradição em relação ao conceito de rede social e à experiência individual e coletiva na...

168. Teorías del valor: coincidencias y divergencias en la economía y la antropología social - Juan José García del Hoyo; Celeste Jiménez de Madariaga
Este artículo revisa la concepción del valor en economía y antropología. Muestra que entre estas disciplinas ha habido un distanciamiento debido a diferencias metodológicas y al tema de estudio, sobre todo cuando los hechos económicos se estudian desde el punto de vista puramente individual y se omite el marco cultural e institucional. En los últimos años ha habido una reconciliación a través del pensamiento institucionalista, que se nutre de otras ciencias sociales, da mayor realismo a los modelos económicos y hace posible interpretar mejor la complejidad del mundo económico.

169. Narrativas no estudo das práticas em saúde mental: contribuições das perspectivas de Paul Ricoeur, Walter Benjamim e da antropologia médica - Rosana Teresa Onocko-Campos; Analice de Lima Palombini; Erotildes Leal; Octavio Domont de Serpa Junior; Ivana Oliveira Preto Baccari; Ana Luiza Ferrer; Alberto Giovanello Diaz; Maria Angélica Zamora Xavier
Narrativas são cada vez mais frequentes em estudos qualitativos para compreender experiências e diferentes visões de sujeitos num dado contexto. Partindo desta concepção, faz-se o resgate de tradições que abordam a narratividade - a filosofia de Paul Ricoeur, a perspectiva histórica em Walter Benjamin e o campo da antropologia médica constituída a partir da fenomenologia. Em Ricoeur, tendo a hermenêutica como pensamento derivado e variante da fenomenologia, a narrativa é ligada à temporalidade. Em Benjamin, a narrativa, sempre inconclusa, feita de restos e fragmentos, emerge à revelia das histórias oficiais. Se Ricoeur retoma de Gadamer a tradição como componente fundamental...

170. Quase uma auto/biografia: um estudo sobre os cientistas sociais na saúde a partir do Currículo Lattes - Juliana Luporini do Nascimento; Everardo Duarte Nunes
Dentro das diversas maneiras de utilizar a abordagem biográfica, adotamos como material de pesquisa o Curriculum vitae (CV) de pesquisadores brasileiros que atuam como cientistas sociais da saúde. Estes CV fazem parte da Plataforma Lattes do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), que inclui os Diretórios de Pesquisa e das Instituições. Neste trabalho são analisados 238 CV. Os CV contêm, entre outras, as seguintes informações: formação profissional, atividades e projetos, produção acadêmica, participação em bancas, núcleos e laboratórios de pesquisa, pequena autobiografia. Neste trabalho há breve revisão sobre a importância da auto/biografia para as ciências sociais, enfatizando o...

171. Acesso à experiência em primeira pessoa na pesquisa em Saúde Mental - Erotildes Maria Leal; Octavio Domont de Serpa Junior
Este artigo apresenta e discute os desafios epistemológicos e metodológicos relacionados ao estudo empírico da experiência em primeira pessoa na pesquisa em Saúde Mental. Considerando-se o campo da pesquisa qualitativa em saúde examinam-se os princípios metodológicos da fenomenologia e da antropologia médica em uma perspectiva histórica e conceitual. São apresentados os principais conceitos operatórios do método fenomenológico aplicado à pesquisa empírica, bem como suas duas principais abordagens, a fenomenologia descritiva e psicológica/transcendental e a fenomenologia hermenêutica ou interpretativa. As contribuições da Antropologia Médica são trabalhadas sobretudo no que concerne à experiência de adoecimento e suas modalidades narrativas. Por fim, considerando-se...

172. Das ciências sociais para as ciências sociais em saúde: a produção científica de pós-graduação em ciências sociais - Regina Maria Giffoni Marsiglia; Selma Patti Spinelli; Marina França Lopes; Thiago Carvalho Pelucio Silva
Este artigo apresenta algumas características da produção intelectual desenvolvida em disciplinas de pós-graduação das ciências sociais e humanas tendo como objeto a saúde, durante os anos 90 e nos anos de 2000 e 2001 em São Paulo. Partimos da identificação desses trabalhos nas bibliotecas da Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. As 258 dissertações de mestrado e teses de doutorado encontradas foram classificadas de acordo com: instituição de ensino, ano de conclusão, nível de pós-graduação, disciplinas, temáticas abordadas e...

173. Internacionalização, ciência e saúde: a medicina regenerativa global e os mercados paralelos - Liliana Acero
A medicina regenerativa implica em uma mudança de paradigma, a regeneração do organismo ao nível celular ou tecidual – um assunto contemporâneo controverso e de difícil estandardização. O artigo apresenta um resumo das tendências científicas, econômicas, sociais e de regulamentação global nessa área, analisadas em relação a dilemas teóricos relevantes em antropologia médica e sociologia da ciência e da saúde. Em especial, aqueles que tratam da construção de um ‘aparato coletivo de sentido’ para as novas entidades biológicas e ontológicas, a formação da cidadania biológica e a governança pela incerteza. Apresentam-se, também, evidências empíricas sobre um fenômeno chave para a...

174. Pereira PPG. De corpos e travessias: uma antropologia de corpos e afetos. São Paulo: Annablume; 2014. - Wilza Vieira Villela

175. Os estudos de antropologia da saúde/doença no Brasil na década de 1990 - Ana Maria Canesqui
Este texto revê e comenta os estudos antropológicos e qualitativos sobre as dimensões socioculturais da saúde/doença, englobando os seus subtemas, conceitos e metodologias adotadas a partir de diferentes vocações intelectuais. Inclui ainda a sexualidade, doença e relações de gênero.Traça alguns fatores que contribuíram para a expansão daquela produção acadêmica e circunscreve-se somente à publicada, cujo exame permitiu a seleção dos temas abordados, devido aos seus predomínios.

176. Família, subjetividade e linguagem: gramáticas da criança "anormal" - Fátima Cavalcante
O artigo procura refletir sobre o impacto do nascimento social de uma criança "anormal" na família. Propõe uma grade conceitual, abstraída da antropologia e da filosofia da linguagem, que permita articular sujeito e contexto social. Analisa um rico material empírico, baseado em histórias de vida de famílias com filhos excepcionais, de uma pesquisa desenvolvida no município do Rio de Janeiro. Faz uma descrição densa das etapas iniciais, pelas quais a família passa, quando descobre a anormalidade mental de seu filho, na primeira infância. Este enfoque valoriza a capacidade das famílias de comunicarem sua experiência de enfrentamento da anormalidade, como aprendizado,...

177. Os protocolos e a decisão médica: medicina baseada em vivências e ou evidências? - Severina Alice da Costa Uchôa; Kenneth Rochel de Camargo Jr
O objetivo geral do trabalho é compreender as concepções e interesses sobre transmutar a fundamentação da prática cotidiana do conhecimento produzido pela experiência para modelos probabilísticos da epidemiologia. O objeto é a argumentação e as práticas em torno de consenso sobre critérios de conhecimento válidos às decisões diagnósticas e terapêuticas. O ponto de partida é o estudo de Fleck, no qual os fatos não são objetivamente dados, mas coletiva e contingencialmente criados em adequação a um estilo de pensamento. Nossa estratégia de pesquisa foi a observação etnográfica do round e das reuniões clínicas numa unidade de terapia cardiointensiva cirúrgica, no...

178. Os diálogos da antropologia com a saúde: contribuições para as políticas públicas - Esther Jean Langdon
No intuito de examinar o desenvolvimento dos paradigmas antropológicos e seu diálogo com a medicina, a discussão está organizada segundo dois eixos gerais, porém não exclusivos: o que enfoca a saúde e a doença como experiência e construção sociocultural, e o que examina a saúde a partir de uma perspectiva interacional e política. No primeiro eixo, privilegio as teorias estadunidenses e francesas que encontram reflexo no diálogo antropológico no Brasil. Para o último eixo, o da política, a discussão parte do diálogo entre antropólogos na América Latina que vêm desenvolvendo modelos para contribuir com a interdisciplinaridade necessária para as políticas...

179. Uso de metáforas para expressar a dor de dente: um estudo na área de antropologia da saúde - Simone Dutra Lucas; Flávio de Freitas Mattos; João Augusto do Carmo Melo; Mara Vasconcelos; Mauro Henrique Nogueira Guimaraes de Abreu; Natália Enes Ferreira
Trata-se de pesquisa desenvolvida com pacientes que procuraram o atendimento de urgência da disciplina Clínica Integrada de Atenção Primária IV da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais e do centro odontológico de um município de médio porte. O objetivo deste artigo é analisar as representações sociais da dor de dentes por meio de metáforas utilizadas por pacientes. Participaram do estudo 35 adultos de ambos os sexos cujo motivo da procura pelo serviço odontológico de urgência era dor de dente. Utilizou-se a análise de conteúdo temática. As representações sociais da dor de dente são geradas à medida que...

180. Maneiras de pensar e de agir de idosos frente às questões relativas à funcionalidade/incapacidade - Josianne Katherine Pereira; Josélia Oliveira Araújo Firmo; Karla Cristina Giacomin
A funcionalidade é uma dimensão crucial da saúde da pessoa idosa. O objetivo desse trabalho é investigar os elementos que participam da construção dos significados da incapacidade para o idoso residente na cidade de Bambuí (MG). Trata-se de uma abordagem qualitativa na qual o modelo de signos, significados e ações foi utilizado na coleta e análise dos dados. Foram entrevistados 57 idosos (30 mulheres; 27 homens) com idades entre 61 e 96 anos, cadastrados nas Unidades Básicas de Saúde (SUS) da cidade. Os idosos compreendem a funcionalidade/incapacidade (disease), como o "dar conta/não dar conta" ou "dar trabalho" (illness). "Não dar...

 

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