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  1. Alimentação entérica na pessoa com demência: efeitos, indicações e benefícios

    Alves, Daniela; Sapeta, Paula
    Objetivo: Esta revisão sistemática da literatura pretende esclarecer as indicações do uso da alimentação entérica na pessoa com demência. As dificuldades na alimentação da pessoa com demência podem surgir em qualquer fase da doença, manifestando-se por desnutri- ção, perda de peso, decréscimo da qualidade de vida, entre outras. A alimentação entérica por sonda pode ser uma das opções para minorar o seu efeito, onde ainda se discute os seus benefícios. Métodos: Foram incluídos 8 estudos de natureza qualitativa: 5 artigos de fonte primária, 3 artigos de revisão sistemática da literatura, publicados no horizonte temporal de 2008 a 2013. Resultados: A alimentação entérica por sonda na pessoa com...

  2. Nefritis Lupica. Una revision de la literatura

    Bacca, Luisa Maria; Universidad Javeriana; Saldana, Javier; Profesor Departamento Ciencias Clinicas Universidad Javeriana Seccional Cali
    La nefritis lúpica (NL) es una de las principales causas de morbi-mortalidad en los pacientes conlupus eritematoso sistémico. Afecta a una gran cantidad de pacientes con esta patología, por lo cuales necesario clasificar la NL para poder así buscar el tratamiento adecuado para el paciente. La NLes un tema relevante, ya que tiene una incidencia del 86% al momento del diagnóstico y 10% en loscinco años siguientes en la población Colombiana. El objetivo de esta revisión de tema es aclararconceptos y explicar en qué consiste la NL, al igual que su alcance epidemiológico, las indicacionesde biopsia y la clasificación histológica,...

  3. Estimativas de expectativa de vida livre de e com incapacidade funcional: uma aplica????o de m??todo de Sullivan para idosos paulistanos

    Camargos, Mirela Castro Santos
    A popula????o idosa tende a apresentar, proporcionalmente, um maior n??mero de doen??as cr??nicas que, conseq??entemente, levam a maior preval??ncia de incapacidade funcional e depend??ncia. Considerando esta realidade, o objetivo do presente estudo foi medir, para os idosos da cidade de S??o Paulo, em 2000, por sexo e idade, a expectativa de vida livre de e com incapacidade funcional. No ??ltimo caso, foram mensurados os anos a serem vividos com e sem depend??ncia. Para estimar a expectativa de vida em cada condi????o de sa??de, foi utilizado o m??todo de Sullivan, combinando a t??bua de vida, com experi??ncia de mortalidade corrente na popula????o em 2000, e...

  4. Influ??ncia da mortalidade e da estrutura et??ria na cobertura previdenci??ria

    Motta, Carolina Portugal Gon??alves da
    A cobertura previdenci??ria ?? um importante mecanismo de prote????o social, pois as pessoas cobertas t??m garantia de renda nas situa????es em que est??o impedidas de trabalhar, tais como invalidez, gravidez e nas idades mais avan??adas, e, seus dependentes ficam resguardados por pens??o no caso de morte do segurado. Por isso, muitas pol??ticas p??blicas t??m buscado ampliar a propor????o de pessoas protegidas socialmente. Entretanto, apesar de v??rios fatores poderem fazer com que a propor????o de pessoas cobertas varie, os estudos, em geral, apontam apenas os fatores associados ao mercado de trabalho e pouco discorrem sobre a influ??ncia dos fatores demogr??ficos na cobertura previdenci??ria. Contudo, mesmo que as taxas de...

  5. Disability life expectancy for the elderly, city of S??o Paulo, Brazil, 2000: gender and educational differences

    Camargos, Mirela Castro Santos; Machado, Carla Jorge; Rodrigues, Roberto do Nascimento
    Existe evid??ncia de que a ???Expectativa de Vida Saud??vel??? (numero de anos esperados a serem vivos com sa??de) difere atrav??s do status socioecon??mico. O tempo gasto ou em sa??de ou em pr??ticas n??o saud??veis s??o dois fatores muito importantes no uso de servi??os de cuidados m??dicos. O objetivo desse estudo era estimar a ???Expectativa de Vida N??o Saud??vel??? por idade, g??nero, e n??vel de educa????o dos idosos da cidade de S??o Paulo, Brasil, no ano de 2000. Os dados vieram da base de dados da SABE, do censo da popula????o, e da estat??stica da mortalidade (Funda????o SEADE). A expectativa de...

  6. Sex differences in healthy life expectancy from self-perceived assessments of health in the City of S??o Paulo

    Camargos, Mirela Castro Santos; Machado, Carla Jorge; Rodrigues, Roberto Nascimento
    Quer a vida seja vivida de forma saud??vel ou n??o, ambas as op????es influem no uso de servi??os de sa??de. Sabe-se que a expectativa de uma vida saud??vel mediana ?? diferida pelo g??nero. Essa pesquisa reporta as estima????es de vida saud??vel ou n??o saud??vel na velhice utilizando auto avalia????es de sa??de da cidade de S??o Paulo, Brasil, em 2000/2001. Os dados foram obtidos atrav??s da Pesquisa da Sa??de, Bem-estar, e Envelhecimento na Am??rica Latina e Caribe (SABE), e atrav??s do censo populacional, e taxa de mortalidade. O m??todo Sullivan de estima????o foi utilizado. Ele combina a idade espec??fica das atuais...

  7. Expectativa de vida saudável para idosos brasileiros, 2003

    Camargos, Mirela Castro Santos; Rodrigues, Roberto do Nascimento; Machado, Carla Jorge
    O objetivo do presente estudo é medir a expectativa de vida saudável para a população brasileira de 60 anos e mais, por sexo e idade, em 2003. Para isso, foi empregado o método de Sullivan, combinando a tábua de vida, com experiência de mortalidade corrente da população e suas percepções de saúde. Optou-se por utilizar a autopercepção do estado de saúde, dicotomizada em boa e ruim, como medida do estado saúde dos indivíduos idosos, com informações advindas da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar (PNAD) de 2003. As estimativas mostram que as mulheres vivem mais, porém o número de anos a...

  8. Um projecto de educação para a saúde na SCA

    Santos, L
    As Síndromes Coronárias Agudas (SCA) são responsáveis por elevadas taxas de mortalidade em todo o mundo. Segundo o Ministério da Saúde, “as doenças cardiovasculares (…) são a principal causa de mortalidade em Portugal, tal como se verifica em muitos países ocidentais, sendo considerada, no entanto, das mais elevadas da Europa e do Mundo” (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006, p. 2). As intervenções de enfermagem na fase aguda das SCA são fulcrais e consistem na atenção dirigida à proteção e promoção da vida com base nas suas competências específicas, alívio da dor e desenvolvimento de uma relação terapêutica que passa pela consciencialização...

  9. Estratégias promotoras da adesão à terapêutica farmacológica da pessoa com HTA em ambulatório

    Pereira, E; Caseiro, J
    A doença cérebro-cardiovascular é uma realidade com taxas de prevalência preocupantes, onde a Hipertensão Arterial (HTA) apresenta-se como fator de risco primário no desenvolvimento daquela. Assim a adesão à terapêutica farmacológica da HTA é um fator importante para a redução da morbilidade e mortalidade associada às doenças cérebro-cardiovasculares, como o Enfarte Agudo do Miocárdio. A Enfermagem torna-se, assim, a ciência da saúde com bastante enfoque na promoção da saúde e prevenção de complicações em saúde. O objetivo compreende a identificação das estratégias utilizadas pela equipa multidisciplinar na promoção da adesão à terapêutica farmacológica, da pessoa com HTA em ambulatório, e...

  10. Cuidar do doente com pacemaker transvenoso provisório: a realidade no Hospital Prof Dr Fernando Fonseca

    Fernandes, J; Pereira, J
    O trabalho tem como objetivos perceber, desde 27 de abril de 2014 a 31 de Dezembro de 2014, quantas pessoas colocaram pacemaker provisório no Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, o número de dias que, em média, uma pessoa permaneceu com pacemaker provisório antes da implantação de um Pacemaker definitivo, a revisão da bibliografia dos cuidados de enfermagem na colocação e manutenção do pacemaker provisório e finalmente, a realização de um procedimento sobre os cuidados de enfermagem a ter com a pessoa com pacemaker provisório. Durante o espaço temporal estudado foram colocados pacemakers provisórios a 62 pessoas, tendo sido necessário implantar pacemaker...

  11. Abordagem terapêutica do polipo maligno

    Deus, JR
    A designação de polipo maligno significa a presença de um adenoma com um foco de carcinoma que invade a submucosa (carcinoma invasivo). Este tempo é habitualmente utilizado quando um polipo que foi ressecado por via endoscópica, se vem a comprovar, após exame histológico, conter carcinoma invasivo. A incidência de polipos malignos, removidos endoscopicamente, é em média de 4,7% (0,2-9,4%). O risco de malignidade está associado à dimensão, localização e configuração histológica. A abordagem terapêutica dum polipo maligno varia entre uma atitude conservadora, considerando a polipectomia tratamento adequado e suficiente e uma atitude cirúrgica de ressecção complementar, no caso contrário. A ressecção cirúrgica deverá tomar...

  12. Crise de retenção esplénica major num adulto com drepanocitose

    Paula, F; Amaral, M; Oliveira, Alves; Alves, J
    A crise de retenção esplénica é uma complicação, frequentemente, fatal da drepanocitose. É rara em adultos, pela elevada incidência de autoesplenectomia durante a infância. Heterozigóticos com traços de drepanocitose e de beta-talassémia têm fenótipos menos graves, podendo manter um baço funcional até à idade adulta. Descrevemos um caso de crise de retenção esplénica num homem de 19 anos, com concentração mínima de hemoglobina de 2,9g/dL, que resolveu após esplenectomia emergente. Os poucos casos descritos na literatura acarretam uma mortalidade elevada. Um diagnóstico rápido e actuação imediata são necessários para garantir a sobrevivência. É apresentada uma revisão da fisiopatologia e da...

  13. Cobertura y costes del cribado oportunista de detección precoz del cáncer de cuello uterino en Cantabria

    Ana Belén García-Garrido; José Andrés Vázquez-Rodríguez; Elena Grande-González; María Ángeles Ramos-Barrón
    Objetivo: Analizar el cribado del cáncer de cuello uterino en Cantabria, evaluando la cobertura y los costes del cribado, y calculando los costes directos conocidos de la enfermedad y los costes indirectos debidos a su mortalidad. Métodos: En 189.111 mujeres entre 21 y 65 años de edad (población susceptible de cribado del cáncer de cuello uterino) del padrón del año 2011 de Cantabria se realizó un estudio descriptivo transversal cuantitativo y cualitativo de las citologías realizadas, y se analizaron los costes directos e indirectos debidos al tumor. Resultados: Durante los años 2006 a 2011, el 51% de las mujeres del grupo de...

  14. El proyecto Ineq-Cities de investigación en desigualdades urbanas en salud: diseminación y transferencia de conocimiento en España

    Lluís Camprubí; Èlia Díez; Joana Morrison; Carme Borrell
    El proyecto Ineq-Cities analizó en 16 ciudades europeas las desigualdades en mortalidad en áreas pequeñas y describió intervenciones para reducir las desigualdades en salud. Esta nota de campo describe la diseminación del proyecto en España. De acuerdo con las recomendaciones del proyecto, se pretendió trasladar a actores clave, principalmente personas técnicas y responsables municipales y agentes sociales locales, algunos de los resultados, junto a una introducción a las desigualdades urbanas en salud y las estrategias para abordarlas. Se realizaron 24 talleres a los que asistieron más de 350 profesionales de 92 municipios, un libro-resumen, tres artículos en medios no especializados,...

  15. Autopercepción de salud general y mortalidad en adultos mayores

    Ximena Moreno; Martín Huerta; Cecilia Albala
    Objetivo: Explorar la asociación entre autopercepción de salud general negativa y mortalidad en adultos mayores. Método: Revisión sistemática cuyos criterios de inclusión fueron estudios longitudinales, evaluación de la autopercepción de salud mediante una pregunta sobre salud general, muestras de personas de 60 años o más de edad que vivieran en la comunidad. Búsqueda en bases de datos electrónicas y revisión de referencias. Resultados: Se seleccionaron 18 estudios publicados entre 1993 y 2011. Seis de los siete que analizaban muestras de ambos sexos encontraban mayor riesgo de morir en las personas que calificaban su salud como mala; las covariables más frecuentes eran la...

  16. Suicidio, prescripción de antidepresivos y desempleo en Andalucía

    José Alameda-Palacios; Miguel Ruiz-Ramos; Beatriz García-Robredo
    Objetivos: Analizar la evolución temporal de la mortalidad por suicidio en Andalucía entre 1975 y 2012, y su relación con el uso de antidepresivos y el desempleo. Métodos: Para estimar los cambios de tendencia se utilizaron modelos segmentados de regresión de Poisson. La correlación se midió mediante el coeficiente de Spearman. Resultados: La tendencia de la mortalidad por suicidio es ascendente, y son las personas de 15 a 44 años de edad las que presentan aumentos más acusados, con un porcentaje de cambio anual de 1,21 (intervalo de confianza del 95% [IC95%]: 0,7-1,7) para los hombres y de 0,93 (IC95%: 0,4-1,4) para...

  17. Evolución de las desigualdades sociales en la mortalidad general de la ciudad de Cádiz (1992–2007)

    Gabriel Jesús Rodríguez; Antonio Escolar-Pujolar; Juan Antonio Córdoba-Doña
    Objetivo: Analizar la evolución de la desigualdad socioeconómica en la mortalidad general en la ciudad de Cádiz durante el periodo 1992-2007. Método: Estudio ecológico de tendencias con tres cortes transversales, con la sección censal como unidad de análisis. Defunciones agrupadas en tres periodos (1992-1996, 1997-2001 y 2002-2007), clasificadas según un índice de privación de la sección censal. Se calcularon tasas ajustadas por el método directo y tres medidas de desigualdad social. Resultados: Del total de 18.586 defunciones, se geocodificó la sección censal del 96,7%. El riesgo atribuible poblacional pasó, respectivamente en hombres y mujeres, del 15,4% y el 12,2% en 1992-1996 al...

  18. Uso de indicadores socioeconómicos del área de residencia en la investigación epidemiológica: experiencia en España y oportunidades de avance

    María Felicitas Domínguez-Berjón; Maica Rodríguez-Sanz; Marc Marí-Dell’Olmo; Santiago Esnaola; María Dolores Prieto-Salceda; Ignacio Duque; María Pilar Rodrigo
    Objetivo: Conocer el uso de indicadores socioeconómicos de área en estudios epidemiológicos en España. Métodos: Se incluyeron estudios, publicados en revistas con revisión por pares, que analizaban la asociación de indicadores socioeconómicos de área con indicadores de salud en España. La búsqueda electrónica se realizó en PubMed-Medline, SCI-Expanded, SSCI, Embase e Índice Médico Español (hasta el 31 de diciembre de 2012), y se revisaron las referencias de los estudios seleccionados. Cada uno de los artículos inicialmente seleccionados por título y resumen fue revisado por dos investigadores. Se extrajo información relativa a la publicación y la metodología (diseño y áreas geográficas de...

  19. La fragilidad como predictora de mortalidad en una cohorte de edad avanzada

    Miguel Ángel Escobar-Bravo; Pilar Jürschik; Teresa Botigué; Carmen Nuin
    Objetivo: Determinar la asociación entre los estados de fragilidad de las personas mayores y la mortalidad en la ciudad de Lleida durante el período 2009-2012. Método: Estudio longitudinal prospectivo realizado con sujetos que viven en la ciudad de Lleida de 75 años o más de edad con tarjeta sanitaria y residentes en viviendas familiares. La fase transversal se realizó entre los años 2009 y 2010, y la fase longitudinal a los 2 años (mediana 25 meses). Resultados: La supervivencia fue peor para los frágiles frente a los prefrágiles y los no frágiles (log rank = 10,56; p = 0,005). Además de la fragilidad (hazard ratio [HR] = 4,95;...

  20. Desigualdades en la salud autopercibida de la población española mayor de 65 años

    Victoria Morcillo Cebolla; Antonio de Lorenzo-Cáceres Ascanio; Paloma Domínguez Ruiz de León; Ricardo Rodríguez Barrientos; María José Torijano Castillo
    Objetivo: Recientes publicaciones han concluido que existen desigualdades sociales en salud en las personas mayores de 65 años en España, que afectan principalmente a mujeres y personas con bajo nivel socioeconómico. La salud autopercibida se ha relacionado con la prevalencia de enfermedades crónicas, la utilización de los servicios sanitarios y la mortalidad. El objetivo de este trabajo es valorar las desigualdades en la salud autopercibida de los mayores en relación con la edad, el género, los factores socioeconómicos y el nivel de dependencia. Métodos: Se diseñó una revisión sistemática de la literatura siguiendo los criterios PRISMA. Se realizó una búsqueda exhaustiva...

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