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  1. O Brasil e a França na primeira metade do século XVI : viagens e interesses

    Ferreira, Ana Maria Pereira
    Quando, em 1529, o Rei de Armas de Francisco I se deslocou a Portugal para apresentar - em nome do seu soberano - queixas sobre uma tomada feita a bretões, no litoral brasileiro, explicitava, entre outros argumentos, que «as terras do Brasil (...) sam muyto grandes, as quaes os bretões descubriram per alguus lugares e os portugueses per outros lugares (...)». O discurso, como é óbvio, entroncava em problemas complexos, entre os quais se destacam as contraditórias posições centradas sobre o «mare clausum» e o «mare liberum» esgrimidas pelas duas Coroas. Com este e piores argumentos, alguma historiografia francesa reivindicou...

  2. A matemática em Portugal (séculos XV-XVI) e as suas fontes italianas : a difusão do paradigma

    Almeida, António Augusto Marques de
    O desenvolvimento da aritmética na sociedade portuguesa quinhentista representa um processo complexo, dependendo da interrelação entre a prática social e a teia formativa das estruturas sociais e mentais. Objectivamente a matemática constitui-se como utensilagem mental, adequada a descrever alguns factos físicos e particularmente ajustada a certo tipo de transformações. Tal descrição apresenta-se como um sistema aberto, capaz de permitir a aritmetização do real e, numa fase superior do processo, a sua matematização. Trata-se de um problema bem rastreado na historiografia portuguesa, encontrando-se ainda longe do entendimento global porque, de facto, conhece-se melhor o processo transformativo do que as suas origens....

  3. A historiografia de Maria Olímpia da Rocha Gil

    Leite, José Guilherme Reis
    "Não é tarefa muito fácil escrever sobre a obra de Maria Olímpia da Rocha Gil, [...]. Foi a primeira historiadora açoriana a servir-se sistematicamente dos cartórios dos notários dos séculos XVI e XVII, cuja letra é tradicionalmente da mais difícil de interpretar e cujos documentos são herméticos e só com inaudita paciência e grande treino, se conseguem resultados palpáveis.[...]. O que é novo na obra da historiadora é a micro análise dos fenómenos açorianos, dos quais parte para uma inserção no mundo atlântico e para a rede de negócios não só nas ilhas (Canárias, Madeira e Açores) mas também no...

  4. As ilhas e a abertura da fronteira oceânica

    Riley, Carlos Guilherme
    [...]. O Objectivo desta comunicação é o de chamar a atenção para o processo histórico que se encontra subjacente ao descobrimento da América, e não deixa de ser irónico que este evento, habitualmente considerado pela historiografia ocidental como aquele que assinala o início da Idade Moderna seja afinal, produto de uma herança cultural da Antiguidade Clássica, largamente difundida no decurso da Idade Média. Estamos, assim, perante o aparente paradoxo de ter sido a tradição que gerou a modernidade. [...]

  5. Historiografía de la Arqueología como nueva corriente de interpretación. El siglo XIX en Córdoba

    Delgado Torres, Manuel
    The historiography as a current of interpretation, to tackle the history of a discipline from, has a long tradition. Spanish archaeology, although late, has been in­corpórate to this movement with force. We will concisely try, to introduce us into the sociocultural context in which the Prehistory and the Hispanic archaelogy will spring at the end of the 19th century. In order to facilite the line of argument, we will work in three levels of analysis, national, regional and provincial.

  6. Francisco de Cleves: un pintor flamenco en las cortes ducales del Infantado y Pastrana

    González Ramos, Roberto
    Este artículo aporta una visión de conjunto sobre la vida y actividades de uno de tantos pintores flamencos activos en España a caballo entre los siglos XVI y XVII: Francisco de Cleves. Un análisis detallado de las diferentes referencias sobre su figura que ha recogido la historiografía, y la profundización en las fuentes documentales, permiten aproximarnos bastante a las circunstancias vitales y profesionales de un artífice al servicio de dos de las casas nobiliarias más importantes de su tiempo, las ducales del Infantado y Pastrana.

  7. Historiografía de la Iglesia de Toledo en los siglos XVI al XIX

    García Luján, José Antonio

  8. Historiografía de la Iglesia de Toledo en los siglos XVI al XIX

    García Luján, José Antonio

  9. El "De Scribenda Historia liber" de Juan Antonio Viperano: edición y estudio

    Cardona Cabanillas, Sonia
    El humanista Juan Antonio Viperano (Mesina 1535 - Giovinazzo 1610) es un eterno olvidado en los manuales y estudios sobre escritores neolatinos. Los escasos autores que los citan aluden generalmente a dos de sus tratados, el De Poética y el De Scribenda Historia, pero el resto de su producción, ingente y variada, ha quedado olvidada. En efecto, este autor, tan desconocido y tan interesante por tantos conceptos e ideas nuevas, lo es también por el de la elaboración de un tratado de teoría de la historia, que le sirve de prólogo a la elaboración de una biografía sobre el rey...

  10. O ’Lugar do Passado’ em Martins Sarmento : geo-historiografia do programa de investigação arqueológica da cultura castreja (1876-1899)

    Pimenta, José Ramiro
    Tese de Doutoramento em Arqueologia - Ramo de Conhecimento em Teoria e Métodos

  11. Para uma historiografia dos colaboradores estrangeiros das antigas Comissões Geológicas

    Brandão, José Manuel
    O estudo dos materiais recolhidos nos trabalhos de campo pelos membros da Comissão Geológica estabelecida em 1857, não se consumiu apenas no seio da sua pequena equipa; mercê do contínuo aprofundamento de relações institucionais com serviços congéneres, universidades e museus, foram chamados a colaborar vários naturalistas e académicos estrangeiros, trabalhos consubstanciados na classificação de inúmeras amostras e numa série de monografias, que ainda hoje continuam a ser obras de referência.

  12. Os regressados do Brasil como factor de mudança social nos Açores na 2ª metade do séc. XIX

    Leite, José Guilherme Reis
    Tenho acompanhado com grande interesse duas linhas de investigação que se desenvolveram nestes últimos tempos na historiografia açoriana e que tem tido expressão significativa entre investigadores do Departamento de História da Universidade dos Açores e na Revista Arquipélago. Ambas são complementares, mesmo que nem sempre esse aspecto tenha sido posto em realce. A primeira prende-se com a emigração açoriana para o Brasil, quer no seu aspecto de colonização dirigida pela coroa, o que embora verdade as torna em migrações controladas politicamente, quer já como emigração livre e pessoal como a entendemos hoje. A segunda tem-se dirigido ao fenómeno das grandes mudanças sociais que...

  13. As ilhas, os arquivos e a história : o caso dos Açores

    Meneses, Avelino de Freitas de
    Nos Açores, a força da geografia define o carácter da história, que evidencia expressões bem diferenciadas. Por um lado, as ilhas agem como meio de aproximação dos continentes, equivalendo a um sinónimo de universalidade, que resulta de um privilegiado posicionamento no Atlântico Norte, movido pelo determinismo do mar e pelas condições da navegação à vela. Por outro lado, as ilhas figuram como factor de cristalização de comportamentos, correspondendo a um sinónimo de isolamento, motivado pelo afastamento do mundo e pela descontinuidade territorial interna. Nestas circunstâncias, os planos insulares de pesquisa histórica primam naturalmente pela pluralidade dos objectivos. Assim, demonstram uma participação muito activa...

  14. Historiografia da ciência : a recuperação de um lugar para a participação portuguesa

    Almeida, Onésimo Teotónio
    Na avaliação do manuscrito de um livro sobre a história da expansão portuguesa solicitada por uma muito conhecida editora de língua inglesa a que o livro foi enviado, e referindo-se especificamente a um ensaio sobre a nova mentalidade científica no Portugal de quinhentos, o historiador-crítico escrevia: “É demasiado história intelectual europeia e não cabe num volume sobre esta problemática”. É sabido, e por demais relembrado, que o contributo português para a história universal foi indubitavelmente o da expansão marítima nos séculos XV e XVI. Nessa participação a historiografia portuguesa tem descurado a inclusão das transformações ocorridas na mente de um grupo ligado à expansão, especificamente...

  15. A historiografia açoriana na 1ª metade do século XX : uma tentativa de compreensão

    Leite, José Guilherme Reis
    Este trabalho, tal como o título indica, insere-se num esforço que tenho vindo a desenvolver no sentido de tentar uma interpretação do que penso poder chamar-se Historiografia Açoriana e que se traduz num levantamento crítico dos escritos com continuidade que ao longo dos vários séculos sucessivos intelectuais das ilhas empreenderam para explicar a evolução da sociedade açoriana, com as suas ambições, as suas frustrações e limitações e também e principalmente os seus êxitos. Bem sei que esta designação continua a ser matéria polémica e que um pequeno estudo fragmentado no tempo não é o local para se discutir a questão que só pode...

  16. Ernesto do Canto, Brito Rebelo e a construção do Arquivo dos Açores

    Rodrigues, José Damião; Silveira, Francisco
    O projecto do Arquivo dos Açores, monumento incontornável na historiografia açoriana devido à iniciativa de Ernesto do Canto (1831-1900), foi possivelmente inspirado na edição dos Portugaliae Monumenta Historica. Ernesto do Canto, para levar a bom termo a edição desta importante colectânea de fontes e estudos, contou com a colaboração de nomes ilustres da cultura açoriana, como Jacinto Inácio de Brito Rebelo (1830-1920), micaelense e oficial de infantaria, cuja associação com o mentor do Arquivo dos Açores aqui pretendemos analisar. A existência no espólio de Ernesto do Canto, depositado na Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada, de um número assaz significativo de cartas...

  17. Ernesto do Canto na panorâmica da historiografia açoriana da sua época

    Leite, José Guilherme Reis
    Numa comunicação à Academia de História, que vicissitudes várias não permitiram ainda a publicação, tentei traçar uma panorâmica sobre a historiografia açoriana de meados do século XIX a meados do século XX, rodeada de reflexões sobre as linhas de força dessa temática. Pareceu-me, então, que, passado o ardor da política activa que consumiu uma geração pelo menos e em que a história só encontrava lugar como arma de arremesso e como fundamento para as opiniões revolucionárias, se abria um período mais calmo de reflexão e gosto pelo estudo da sociedade. É verdade que Francisco Ferreira Drumond (1796-1858), exemplo típico do cidadão envolvido no ardor...

  18. Os Açores no século XX : um contributo para a sua história militar

    Andrade, Luís Manuel Vieira de
    Este trabalho visa, sobretudo, analisar o importante papel desempenhado pelo arquipélago dos Açores, no âmbito da política externa portuguesa, ao longo do século XX. Daremos, contudo, especial realce, aos períodos referentes à Segunda Guerra Mundial e ao pós-guerra na medida em que são, em nosso entender, aqueles que se revestiram de especial importância nos planos geopolítico e geoestratégico. Através do estudo da historiografia portuguesa, designadamente na sua componente militar, não restam dúvidas de que o arquipélago dos Açores, ao longo dos séculos, tem prestado um inegável serviço não apenas ao país, como é evidente, mas também às potências ocidentais, nomeadamente à Grã-Bretanha...

  19. Um açoriano tardio na história de Itajaí : Manoel António Fontes, sua contribuição ao progresso social e político da cidade

    Ávila, Edison
    A historiografia regional do Vale do Itajaí, no Estado de Santa Catarina, é pródiga em trabalhos sobre a contribuição de lideranças imigradas germânicas e italianas ao progresso económico, social e político das diversas comunidades da região. Não nos espanta que assim o seja, posto que a contribuição de ítalo-germânicos à colonização do Vale do Itajaí foi determinante do seu progresso e desenvolvimento. No entanto, há que se lamentar a existência de lacunas nesta historiografia no que diz respeito a imigrantes de outras etnias que também participaram decididamente na construção do progresso das comunidades do Vale do Itajaí. No caso de Itajaí, vamos nos...

  20. Gregorio Marañón y el nacimiento de la endocrinología en España: Ejemplo ilustrativo del impulso científico del primer terncio del siglo XX español.

    Antonio López Vega
    Resumen: En este artículo se estudia el nacimiento de la endocrinología en España de la mano de Gregorio Marañón. Con ello, se ha querido mostrar, además de las diferentes vicisitudes que esta disciplina tuvo que atravesar para asentarse en nuestro país, un caso ilustrativo de la renovación científica española que se produjo en el primer tercio del siglo XX en la conocida como Edad de Plata Española. De este modo, si bien es cierto que la historiografía ha acreditado suficientemente ese renacer científico al que se asiste en nuestro país en el primer tercio del siglo XX, por otro lado, apenas...

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