
101.
Filosofía y arte
- Palma, Clemente

102.
¿Por qué los romanos no tuvieron una filosofía propia?
- Velarde, Hernán

103.
Sobre la Filosofía del siglo diez y nueve
- Filomeno, Sefarín

104.
A dialética das modalidades como fundamentação lógica do processo de autodeterminação da vontade
- Alberto José Vinholes de Carvalho
Para Hegel, liberdade pressupõe determinação que, segundo o autor, é o resultado de um movimento necessário de autodeterminação do Absoluto.

105.
Sobre viver na modernidade: uma leitura do Livro do Desassossego por Bernardo Soares de Fernando Pessoa
- Gianpaolo Franco Dorigo
Este trabalho pretende fazer uma leitura do Livro do Desassossego porBernardo Soares de Fernando Pessoa, identificando seu narrador-personagemcomo uma figura típica da modernidade, o ?homem-comum.

106.
Schopenhauer y la crisis del concepto moderno de razón
- Martínez Rodriguez, José
La tesis, asumido el carácter novedoso que Schopenhauer confiere a su filosofía, parte del presupuesto de que Kant, Schopenhuaer y Nietzsche constituyen una secuencia histórica capital en la crisis del concepto moderno de razón.

107.
Deleuze: do pensamento trágico à nova imagem do pensamento em Nietzsche.
- Péricles Pereira de Sousa
Este estudo visa acompanhar as reflexões de Deleuze sobre Nietzsche, assumindo como objeto de leitura o livro Nietzsche e a filosofia (1962).

108.
Erasmo de Roterdam: paz e guerra sob o humanismo cristão
- Sidnei Francisco do Nascimento
A dissertação procura demonstrar a importância de Erasmo deRotterdam como humanista cristão inserido no contexto do século XVI,avesso a qualquer deliberação em favor da guerra.Sua formação humanista é uma retomada da Filosofia Patrística,considerada fundamento de uma concepção ético-religiosa, antibelicista,voltada para os valores cristãos primitivos, e privilegia a vida simples evirtuosa que os primeiros intelectuais cristãos contavam da vida dosApóstolos.O cristianismo crítico presente em sua obra, ratificado por suaformação humanista, elabora uma reflexão crítica que se opõe à administraçãoda Igreja pelos pontífices, mais obstinados por seus vícios do quepreocupados em espelhar-se em Cristo como modelo de virtude.Erasmo admite, no campo político, que o amor ao próximo como a simesmo e o respeito mútuo são princípios que o governante jamais deveráesquecer.

109.
Ética da libertação: a vítima na perspectiva dusseliana
- Claudenir Modolo Alves
A filosofia da libertação de Dussel possui como ponto de partida a ética da libertação.

110.
Comentários críticos das referências textuais de Freud a Kant
- Fulgencio,Leopoldo
Propõe-se aqui sublinhar, criticamente, os principais momentos da obra de Freud onde temos referências textuais a Kant, tanto para dar início a um trabalho de análise comparativa entre conceitos de uma e outra disciplina, quanto para indicar que há uma relação estrutural entre as posições filosóficas de Kant e o pensamento epistemológico de Freud aplicado à psicanálise, enquanto prática própria às ciências da natureza.

111.
TRANSCENDÊNCIA E JOGO NA ONTOLOGIA FUNDAMENTAL DE MARTIN HEIDEGGER
- Tatiana Betanin
Esta dissertação trata de uma problemática nova que aparece em um dos cursos recentemente publicado na Gesamtausgabe de Martin Heidegger, que é a lição de inverno de 1928/29 intitulada Introdução à Filosofia .

112.
Proaíresis e Prónoia no estoicismo de Epicteto
- Antonio Carlos de Oliveira Rodrigues
O estudo que ora apresentamos está apoiado, basicamente, sobre as duas obras de Arriano.

113.
O problema do mal na reflexão de Paul Ricoeur
- Jorge dos Santos Gomes Soares
O problema do mal é muito vasto, podemos abordá-lo de diversas formas.

114.
A temática da felicidade desde a antiguidade até Agostinho no seu período inicial, mais detidamente na obra De beata vita
- Luiz Santos Gomes Filho
Os grandes filósofos da Antiguidade dedicavam-se à filosofia como caminhoque conduz à felicidade.

115.
Lógica deôntica x lógica jurídica: aspectos conceituais
- Maria Celeste Cordeiro Leite Santos
Condillac dizia que a Ciência é uma linguagem bem feita.

116.
O CONSTRUTIVISMO KANTIANO NA TEORIA DA JUSTIÇACOMO EQUIDADE DE JOHN RAWLS
- Samir Dessbesel Ferreira
A dissertação tem como objetivo principal abordar o modelo de argumentação em filosofia moral denominado por Rawls de construtivismo kantiano, de modo a esclarecermos o usoque Rawls faz deste modelo em sua própria teoria, a teoria da justiça como equidade.

117.
Narrativa de histórias pessoais: um caminho de compreensão de si mesmo à luz do pensamento de Hannah Arendt
- Ana Tereza Camasmie
O presente estudo propõe relacionar o entendimento que a pensadora Hannah Arendt oferece a respeito da narrativa de acontecimentos históricos com a narrativa de histórias pessoais, mais especificamente, as que ocorrem na psicologia clínica, propiciando a compreensão que o homem pode ter de si mesmo, como co-autor da sua vida.O que se tomou como ponto de partida para essas reflexões diz respeito ao modo de viver do homem moderno, que, desenraizado e herdeiro de um mundo rompido com a tradição, pode encontrar no adoecimento uma alternativa para dar conta do existir.

118.
Paideia : as multiplas faces da utopia em pedagogia
- Renato Gross
O iluminismo grego deu ao mundo um dos conceitos basilares da Filosofia da Educação: Paidéia.

119.
Freud e Schopenhauer: os limites de um diálogo sobre a moral.
- Eduardo de Carvalho Martins
A presente dissertação é fruto da constatação do número expressivo de referênciasacadêmicas relacionando a construção da obra de Freud a uma possível influência direta daobra de Schopenhauer.

120.
Ernst Cassirer: o mito político como técnica do poder no nazismo
- Vladimir Fernandes
Esta dissertação estuda como Ernst Cassirer desenvolve o conceito de mito político paraexplicação do nazismo, em sua obra O Mito do Estado.