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Nomenclatura Unesco > (72) Filosofía

Mostrando recursos 181 - 200 de 37,763

181. Filósofos Perversos e Inúteis: o desafio de Adimanto e a comédia aristofânica - Luisa Buarque
No passo 487b do sexto livro da República, Adimanto interrompe a fala de Sócrates com uma espécie de desafio, exposto, grosso modo, da seguinte forma: os fatos mostram que os que se dedicaram à filosofia quando eram novos, e persistiram nesses estudos, tornaram-se, ou bem perversos, ou bem inúteis para a cidade; seria possível defender a filosofia de tal acusação? As duas acusações apontadas por Adimanto, inutilidade e perversidade, podem ser utilizadas, não por acaso, para resumir as características do Sócrates aristofânico de Nuvens. O presente artigo se propõe a desenvolver algumas possíveis relações entre a famosa comédia de Aristófanes...

182. Pina 3D e a força sensível do cinema - Vladimir Vieira
Esse artigo discute a força sensível do cinema a partir de uma análise do documentário Pina 3D, de Win Wenders, sobre a coreógrafa Pina Bausch. Sugiro, inicialmente, que a questão acerca do status ontológico das imagens no cinema é central para a obra de Wenders desde que o cineasta conquistou o Leão de Ouro em Veneza com o filme O estado das coisas, em 1982. Em seguida, discuto a possibilidade de compreender as imagens cinematográficas como um desafio ao debate acerca da representação tal como ele se desenvolveu no período inicial da filosofia moderna: por um lado, elas são criadas...

183. Diagrama e catástrofe: Deleuze e a produção de imagens pictóricas - Cíntia Vieira da Silva
O artigo é uma leitura das duas primeiras aulas proferidas por Deleuze em torno da pintura no início de 1981. Seu intuito é expor a articulação entre os conceitos de catástrofe (ou caos, conforme o vocabulário escolhido seja o das aulas ou o de O que é a filosofia?) e de diagrama. Tal par conceitual encontra-se no cerne da produção de fatos pictóricos ou novas imagens com força suficiente para se contrapor ao conjunto de imagens-clichê. Diagrama designa o procedimento por meio do qual o pintor obtém algum ordenamento do caos resultante da dissolução das imagens já vistas e tornadas...

184. Pintar e pensar as forças: a criação em pintura e em filosofia segundo Deleuze - Mariana de Toledo Barbosa
Esse artigo é uma réplica ao texto de Cíntia Vieira intitulado "Diagrama e catástrofe: Deleuze e a produção de imagens pictóricas".

185. Liberdade, identidade e política na arte contemporânea: um diálogo com Danto - Bruno Guimarães
O presente trabalho se propõe a instaurar um diálogo crítico com a filosofia dantiana da arte. A primeira parte do texto acompanha o desenrolar da construção teórica dos trabalhos de Danto paralelamente ao desafio de explicar as conseqüências estéticas e filosóficas das mudanças que ocorreram no cenário artístico mundial contemporâneo. Mostramos como Danto extrai implicações filosóficas dessas mudanças, colocando em pauta temas como o da liberdade artística, do pluralismo, das identidades multiculturais e da política. Contudo, problematizamos também os aspectos ideológicos presentes na relação que ele estabeleceu entre sua tese do fim da arte e a ideia do fim da...

186. O problema da estética em Arthur Danto e a questão da crítica em Walter Benjamin - Rizzia Rocha
Diante das mudanças ocorridas na arte das últimas décadas, os critérios estéticos tradicionais perdem sua eficácia para pensar a produção artística contemporânea. Consequentemente, a recepção da obra de arte, assentada na tradição, torna-se inócua. Neste artigo apresento a necessidade de uma reconfiguração da recepção do objeto artístico a partir da crítica não normativa da obra de arte, cunhada por Walter Benjamin, em associação às reflexões sobre estética e filosofia da arte desenvolvidas por Arthur Danto. A aproximação entre esses dois autores, embora mantenha uma dimensão controversa, propõe rearticular aspectos do pensamento benjaminiano sobre a arte, corroborando sua crítica ao ideal...

187. Destino e liberdade: Um ensaio sobre a teleologia latente na filosofia da arte de Arthur Danto - Debora Pazetto
Em seus escritos analíticos, Arthur Danto critica as “filosofias substantivas da história”, que adotam uma atitude profética ao descrever acontecimentos passados ou presentes de acordo com um sentido histórico que pressupõe acontecimentos futuros. Contudo, em A transfiguração do lugar comum, o autor afirma claramente que busca uma definição de arte que não possa ser refutada por contraexemplos futuros. Nesse contexto, a Brillo Box de Andy Warhol aparece como a expressão da autoconsciência da arte que marca o final de sua história. No entanto, afirmar que a história da arte acabou pressupõe uma concepção substantiva da história, dirigida para um telos...

188. O ensaio como narrativa - Pedro Duarte
O artigo tenta demonstrar que todos os textos, mesmo aqueles cuja natureza é teórica, têm alguma forma de narrativa. Nem sempre são personagens que os ocupam, podem ser ideias, mas mesmo assim há um enredo conceitual que se passa. Modernamente, a forma dessa narrativa foi sobretudo o sistema, com a pretensão totalizadora presente, por exemplo, na filosofia de Hegel. Contemporaneamente, porém, a forma do ensaio – surgida ainda na era moderna – ganha destaque por sua forma descontínua de narrar. O objetivo do artigo é apontar que, se o ensaio é uma forma, como explicitaram Lukács, Benjamin e Adorno, ele...

189. Filosofia e literatura - Gilvan Fogel
O texto procura marcar a identidade e a diferença entre a palavra da filosofia e a palavra da literatura. Ambas poéticas, isto é, crescendo e se fazendo desde uma real/autêntica experiência da linguagem respectivamente do real. Portanto, ambas em sintonia com a gênese que o real é.

190. Decisão n.º441/2015, de 18 de dezembro de 2015 (CONSUN) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Conselho Universitário
Contrato entre a UFRGS, através do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, a Fundação de Assistência Social e Cidadania – FASC – e a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – FAURGS.

191. Decisão n.º413/2015, de 13 de novembro de 2015 (CONSUN) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Conselho Universitário
Convênio de Intercâmbio entre a UFRGS, através do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa da Guiné-Bissau, Guiné Bissau.

192. Decisão n.º411/2015, de 13 de novembro de 2015 (CONSUN) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Conselho Universitário
Acordo de Cooperação entre a UFRGS, através do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, e a Universidade Complutense de Madri, Espanha.

193. Decisão n.º404/2015, de 13 de novembro de 2015 (CONSUN) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Conselho Universitário
Acordo de Cooperação Acadêmica entre a UFRGS, através do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, e a Julius-Maximilians-University Würzburg, Alemanha.

194. Decisão n.º378/2015, de 13 de novembro de 2015 (CONSUN) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Conselho Universitário
Acordo de Cooperação Técnica entre a UFRGS, através do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - IFCH, e a Universidade Federal de Santa Maria - UFSM.

195. El derecho a la reproducción y difusión de la obra de arte: la arquitectura - Franco Blanco, Sandra
La presente tesis tiene como finalidad analizar el estatuto jurídico de la obra de arte en el marco de la Ley de Propiedad Intelectual a partir del estudio de la obra arquitectónica. El hecho de que el carácter artístico de la arquitectura haya sido puesto en tela de juicio durante más veinte siglos, unido a la multiplicidad de formas de expresión que puede revestir la obra arquitectónica (proyectos, planos, dibujos, bocetos, croquis, axonometrías, etc.), incluida la consuetudinaria distinción doctrinal entre obra en proyecto y obra construida -debida fundamentalmente a su no inclusión expresa en la vigente Ley de Propiedad Intelectual-,...

196. Lessico famigliare. Questionari e confessioni – Carlo Michlestaedter - Angela Michelis
Carlo Michelstaedter é um pensador do limite: limite entre a normalidade da tradição de pensamento que surge na modernidade e a anormalidade que surge com a tradição da filosofia existencialista do Séc. XX, que se recusa a conceber a consciência como puro resultado de uma relação com a coisa. Inaugurando um pensamento filosófico ímpar e de estilo radical, sua filosofia se presta a representar o modo de vida real de uma família nobre judaica que vive na Europa Central, marcada pelo conflito e pela dor da ausência de uma terra própria, uma pátria. Nesse artigo são narrados os sofrimentos e...

197. A temática da vingança no cinema: um enfoque lítero-filosófico - Fábio José de Queiroz
Neste artigo, o foco é a vingança, tomando como ponto de partida duas obras cinematográficas – Era uma vez no Oeste, de Sergio Leone, e A igualdade é branca, de Krzysztof Kieslowski. Sem o influxo direto de uma apreciação puramente artística dos filmes, trata-se de um estudo de linhagem lítero-filosófica que, ao se apoiar em textos clássicos da literatura e da filosofia, nos quais a questão está presente, busca oferecer uma análise teórica problematizada da temática, evitando cair no deslize de uma interpretação andrajosamente empirista, superficial ou engessada do objeto em exame.

198. O pensamento hispânico e a problemática da identidade cultural - Carlos Alberto Gomes
O pensamento filosófico hispânico na segunda metade do séc. XX, potenciou um processo de emancipação cultural e reflexões de teor filosófico mais profundas, que visaram buscar o sentido e o alcance de uma autêntica filosofia, no continente sul-americano. Podemos dizer que após a tomada de consciência da circunstância americana o que está em causa, é a procura e busca de uma identidade da razão latino-americana, a qual na análise que efectuo, só terá fundamento se integrada numa dinâmica de integração cultural. Esta deverá sempre partir das circunstâncias próprias, e desenvolvida a partir do respeito por um 'ethos' vivencial comum.

199. Sobre a motivação moderna de crítica à metafísica - Miguel Antonio do Nascimento
Este artigo consiste em abordagem de cunho introdutório sobre a crítica à metafísica. Destacam-se elementos isolados do conteúdo de crítica à metafísica na modernidade e que tende a vir a ser desenvolvido na contemporaneidade. Com isso quer-se dizer que na passagem da modernidade para a contemporaneidade a filosofia acaba por incorporar o conteúdo de crítica à metafísica e evolui na direção de vir a reconhecer sua condição de ser metafísica e de empreender crítica a essa condição. Para estabelecer a abordagem do assunto procura-se aqui manter subjacente a ideia de crítica à metafísica no contexto da história da filosofia; mas...

200. Um olhar crítico sobre o jusnaturalismo subversivo de John Finnis - Miguel Régio Almeida
Atentando ao sempre renovado interesse pelas teorias sobre a fundamentação do Direito, expomos parte do pensamento daquele que é considerado o caput scholae do novo Direito Natural, John Finnis, cujo eixo radica nos postulados do Doctor Angelicus. Relevando temáticas como o matrimónio, a homossexualidade, a bioética e as limitações resultantes da Public Reason, elaboramos algumas sérias dúvidas acerca da bondade desta perspetiva jusnaturalista para a Filosofia do Direito.

 

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